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Orgasmo sem sexo: 5 mulheres contam situações inusitadas em que gozaram

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Imagem: iStock

Beatriz dos Santos e Carolina Prado

Colaboração para Universa

20/06/2018 04h00

Gozar na penetração ou com sexo oral é algo que a maioria das mulheres espera numa transa. Mas as entrevistadas a seguir revelam como, em situações bem diferentes, conseguem chegar ao nível máximo do prazer, mesmo sem qualquer estímulo aos genitais.

“Tive um orgasmo mental”

“Uma das melhores experiências da minha vida foi o orgasmo hipnótico, ou seja, apenas com os estímulos dados à minha imaginação. O único estímulo físico que eu tive, do meu hipnotizador, foi um aperto de mãos. No mais, ele só falava comigo, enquanto eu permanecia deitada, de olhos fechados. Não posso contar o que ele falava, em detalhes, porque faz parte do workshop. Mas posso dizer que, durante a experiência, minhas pernas começaram a tremer, minha mão a suar, a respiração ficou ofegante, o batimento cardíaco acelerou, eu senti um tesão absurdo e muita lubrificação, também.

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O resultado foi uma sensação de prazer arrebatadora. Encantada com essa vivência, decidi explorar ainda mais meu desempenho orgástico e experimentei a massagem tântrica. Com a bagagem que adquiri, agora tenho hiperorgasmos sensacionais com o meu namorado, porque libertei minha mente das preocupações e vivo intensamente o sexo, totalmente concentrada no prazer, no momento e na minha essência.

Para quem quer ter mais orgasmos, eu aconselho conhecer o próprio corpo e exercitar o poder de concentração, fazendo meditações e exercícios de respiração. Assim, na hora do sexo, vai conseguir se desligar de todos os pensamentos e estar ali presente, de corpo e de mente.”

Sayuri Irie, 28 anos, coach de relacionamento, hipnoterapeuta e criadora do canal "Amor Livre"

“Chego ao orgasmo direto fazendo abdominal na paralela”

“Sou casada há 17 anos, mas nunca consegui gozar com a penetração, tem que ser vibrador, mão ou boca. E atingi orgasmo fazendo exercício físico uns seis ou sete anos antes de ter prazer no sexo. Sinto isso direto, tenho até que disfarçar, dar uns passos no chão até a pulsação se acalmar e eu poder voltar para o treino.

Acontece sempre que estou fazendo abdominal na paralela, lá por volta da 20ª repetição, quando chego próxima à exaustão. E posso ter até quatro orgasmos durante um treino, dependendo de quantas séries eu fizer.

Ali, o orgasmo não depende de nenhum estímulo visual, de nada em especial, é uma coisa física mesmo, creio que por conta da contração na região genital. Minhas amigas já sabem desse meu privilégio e racham de rir quando eu vou para o aparelho.”

Camila Mazo, 40 anos, médica veterinária

“Gozei dançando, no meio da balada”

“Não sou o tipo de pessoa que tem orgasmos fáceis, até na masturbação tenho que percorrer um longo caminho para conseguir. Por isso que estranhei quando aconteceu comigo em uma situação totalmente improvável. Eu estava com um cara com quem eu já tinha ficado, em uma balada, no meio da pista. Tínhamos bebido um pouco e ambos estávamos com muita expectativa de transar.

Começamos a dançar umas músicas bem sensuais, ele atrás de mim, beijando meu pescoço e sussurrando no meu ouvido que estava com muito tesão. Depois eu me virei, abracei ele e continuamos a dançar. Entre um beijo e outro, senti um prazer enorme, não consegui me controlar, as pernas ficaram bambas, me molhei toda, achei até que ia desmaiar. 

Por uns segundos, meio que perdi a noção e, quando voltei, tinha vontade de rir e de chorar ao mesmo tempo. Na hora, decidimos sair dali. Mas aquele foi um dos melhores orgasmos da minha vida. Infelizmente, nunca mais aconteceu assim, do nada.”

Barbara Fernandes, 22 anos, estudante

“Chego lá contraindo a vagina várias vezes seguidas”

“Aconteceu a primeira vez quando eu estava vendo um filme e comecei a ficar com muito tesão. Mas, em vez de me masturbar, comecei a contrair a minha vagina e aí fui sentindo o orgasmo vindo de dentro para fora, até que gozei. Sem encostar um dedinho no clitóris nem fechar as pernas. E foi muito bom! Depois, eu não sabia bem o que tinha acontecido e tentei repetir várias vezes, sem conseguir. Daí fui estudar o que era o pompoarismo e até comprei umas bolinhas tailandesas para treinar.

Agora, eu sempre uso esses exercícios para gozar, sozinha ou no sexo, durante a penetração. Mas já percebi que não basta só fazer a contração. Tenho que estar muito excitada com algum estímulo externo, além de relaxada. Aí, rola. Às vezes, até começo a me masturbar e depois paro, só para contrair a vagina sem parar. Na sequência vem um orgasmo muito intenso.”

Maria Luisa de Medeiros, 28 anos, proprietária de um sex shop

“Vivo gozando quando estou dormindo”

“Na primeira vez, eu estava sonhando bem pesado, lembro que foi um dia que dormi superbem porque estava cansada. E estava pensando muito em sexo porque uns dias antes eu tinha transado com uma pessoa e gostei muito, estava me lembrando disso na hora de dormir. O que aconteceu foi que eu acabei sonhando que estava com essa pessoa, sonhei tudo bem parecido com o que tinha rolado na realidade, só que no sonho o cara tinha me levado para um hotel superfoda –e, na vida real, a gente tinha transado na casa dele mesmo.

Nesse sonho, o cara tinha meio que se declarado e nós dois estávamos muito apaixonados. Eu estava sensível e com muito tesão, eu juro que senti até a sensação dele beijando meu corpo... Foi bizarro! Daí, a gente transou normal no sonho e eu tive orgasmos mais de uma vez. Acho que foi lá pela terceira vez que eu acordei. Depois disso, aconteceram mais algumas vezes, vivo gozando quando estou dormindo.

Acho que o principal motivo é que no sonho rola uma situação ideal, então, isso ajuda bastante. Também acho que só aconteceu porque em todas essas vezes eu já estava pensando em sexo antes de cair no sono.”

Marina Nocau, 22 anos, estagiária de RH

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