Sexo

Cinco mulheres relatam suas histórias mais loucas de sexo com desconhecidos

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Imagem: iStock

Carolina Prado

Colaboração para Universa

09/05/2018 04h01

Não aguentar o tesão e partir para o sexo com um estranho, de qualquer jeito e em qualquer lugar, não acontece só nos filmes. Estas mulheres transaram nos momentos mais inesperados e contam aqui a própria experiência.

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“No meio do caminho, um carro parou ao meu lado e era um cara muito gato”

“Estava voltando sozinha para casa à noite, depois de um show, quando fui assaltada. Um cara levou minha bolsa. Quando cheguei em casa, me dei conta que tinha levado meu RG e cartão de confirmação de uma prova de curso técnico que eu faria no dia seguinte. Fiquei tão brava qe saí de casa novamente para ver se o cara não tinha jogado a bolsa por aí. No meio do caminho, um carro parou ao meu lado. Era um cara muito gato, que perguntou o que estava fazendo aquele horário na rua – era por volta de uma da madrugada. Expliquei o que tinha acontecido e ele respondeu: ‘Entra aí, vamos procurar’. Eu topei. Estava chorando de raiva, pensando em como faria o BO (boletim de ocorrência) antes da prova, que aconteceria logo pela manhã. Lembro de conversarmos sobre o bairro e a ausência de polícia, sobre o show de rock alternativo que tinha ido naquela noite e sobre o curso que eu pretendia fazer. Não mencionei o meu nome e nem perguntei o dele, que se ofereceu para me levar para casa, após uns 20 minutos de busca sem sucesso. Quando parou o carro em frente ao meu portão, pediu um abraço, eu dei e ele me beijou. Retribuí, porque minha noite estava uma merda mesmo e eu merecia beijar. Continuamos dentro do carro, sentei no colo dele e nos amassamos um pouco. Ele ficou excitado e, por toda aquela adrenalina da noite, também fiquei. Tirei a minha bermuda, ele colocou a camisinha e eu voltei para o colo dele. Foi bem rápido, a rua estava deserta e silenciosa. Após o sexo, nós rimos da situação. Entrei em casa e nunca mais o vi. Não consegui fazer a prova no dia seguinte, mas pelo menos eu transei.”
Thaís, 27, empresária

“Estávamos encostadas no balcão, quando entrou esse homem”

Era uma sexta-feira e eu tinha saído do trabalho precisando relaxar. Fui beber cerveja com uma colega num posto de conveniência. Estávamos encostadas no balcão, quando entrou esse homem – um gato! Ele apoiou o capacete no balcão e eu, que sempre gostei e entendi de motos, elogiei o acessório, que era personalizado. Chamei para sentar com a gente, mas logo que começamos a conversar, minha mãe ligou, me pedindo para voltar para casa – eu estava com o carro dela. Tive que ir e deixei os dois lá. Mal cheguei em casa, minha amiga me ligou, dizendo que me buscaria. Ele seguiria o carro dela até minha casa. Chegaram no portão e minha amiga foi buscar um lanche na esquina, para nos deixar sozinhos. Ela deixou a chave do carro com a gente. Começamos a nos beijar e a dar uns amassos. Só fomos interrompidos pela minha amiga, que voltou e disse para irmos ao motel. Ela liberou o carro e fui sem nem pensar. Passamos a noite lá e foi ótimo. Ele era um lindo, simpático e bom de cama. Voltei para casa às oito da manhã após uma noitada de sexo delícia, sem nenhum tipo de cobrança e expectativas. Faria de novo igualzinho.”
Carol, 30, advogada

O guia pegou o tapetinho que colocavam em cima do camelo e forrou o chão”

“Eu tinha 21 anos e estava viajando no Marrocos com minha família e um amigo. Fizemos um passeio no Saara e um dos guias não parava de me olhar. Andávamos pelo deserto e depois íamos para uma barraca, forrada com tapetes, para tomar chá e assistir uma apresentação de música. Era uma barraca para cinco pessoas, todos dormiríamos juntos naquela noite. Depois de tanto me olhar, comecei a conversar com o guia, em francês, mas a iluminação era pouca. Então, não tinha muita noção de como ele era. Após um tempo de conversa, saímos da barraca e ficamos atrás de uma duna. Naquela hora, meu amigo já entendeu o que estava acontecendo e foi dormir junto com minha mãe e meu irmão. O guia pegou o tapetinho que colocavam em cima do camelo e forrou o chão. Começamos a nos pegar ali mesmo. Mas ele não tinha camisinha e teve que sair para procurar com os amigos. Quando voltou, transamos e o céu já estava começando a clarear. Ele era moreno e alto, mas não o achei muito bonito. Porém, gostei da forma como conversou, marroquinos são conhecidos por serem românticos e galanteadores, eles tratam as mulheres muito bem quando estão flertando. A transa foi boa, mas já tive melhores, a adrenalina do momento fez a diferença. Voltei para a minha barraca umas cinco horas, dormi um pouco, acordei, tomei café e nosso grupo seguiu viagem.”
Aline, 25 anos, arquiteta

“Empurrei ele para dentro do banheiro”

“Eu estava num cruzeiro com a família e todo dia um camareiro 'muito delícia' vinha arrumar nosso quarto. Olhei para ele já com maldade, mas era uma situação bem complicada, não só por estar num quarto com a família, mas porque tripulação não pode se envolver com passageiros. Trocar olhar podia e isso nós fizemos, mas só. Chegou o último dia, eu e minha família esvaziamos o quarto e fomos para o hall do navio, aguardar o desembarque. Eu não conseguia parar de pensar no camareiro gostoso. Deu um estalo em mim e inventei que tinha esquecido algo no quarto e voltei lá. Cheguei bem na hora que ele estava lá, arrumando o cômodo. Falei, ‘ai, acho que esqueci meu carregador aqui’ e fingi que estava procurando. Ele deu risada e começou a procurar o carregador comigo. Uns minutos depois falei ‘acho que perdi mesmo’. Nisso, já estávamos bem perto um do outro, rolou aquela tensão e não tive dúvidas, empurrei ele para dentro do banheiro. Ele não esperava que fosse atacá-lo, mas a intenção dos dois estava bem óbvia. Fechei a porta e transamos: eu por cima dele, que estava sentado na privada. Foi uma rapidinha, não gozei, mas valeu pela aventura. Eu estava morrendo de vontade e me arrependeria se não fizesse aquilo. Acabamos e voltei para o hall do navio como se nada tivesse acontecido, fingindo estar chateada, por não ter achado o tal carregador.”
Janaína, 26, autônoma

Assim que nos olhamos, deu até para sentir o foguinho saindo dos olhos”

"Eu estava morando em Londres há alguns meses e dividia um quarto com um amigo numa moradia coletiva: os quartos eram individuais, mas os banheiros e a cozinha eram para todos. Uma noite, chegando em casa depois de beber todas, entrei no corredor com a intenção de passar no banheiro antes de ir para o quarto dormir. Quando chego na porta, vejo saindo um homem maravilhoso. Parecia uma visão: um negro, de mais ou menos 1,80 m, bem forte. Assim que nos olhamos, deu até para sentir o foguinho saindo dos olhos. Empurrei o maravilhoso para dentro do banheiro do outro lado do corredor e rolou ali mesmo, de pé. Nem conversamos antes, só depois que falamos um pouco. Na verdade, nos apresentamos e nos despedimos. Ele tinha ido parar na casa porque conhecia minha vizinha de quarto, ele era de Nova York. A transa foi ótima, só que no calor do momento esqueci a camisinha e fiquei meio de cara com a minha atitude. No dia seguinte, nos vimos rapidamente, quando ele estava indo embora do prédio."
Juliana, 24, cientista política e professora

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