menu
Topo

Transforma

Mulheres protagonizam um mundo em evolução

Kylie Jenner, Rihanna e mais: as mulheres mais influentes da web em 2018

Getty Images
A empresária Kylie Jenner, a estudante e ativista Emma González e a cantora Rihanna: algumas das 25 personalidades mais influentes da internet segundo a revista americana "Time" Imagem: Getty Images

da Universa, em São Paulo

29/06/2018 12h38

Elas contestam e, ao mesmo tempo, inspiram novos comportamentos, discussões e modas: este foi o principal critério usado pela revista americana "Time" para escolher as principais celebridades que mais influenciam o mundo ao redor através dos meios digitais em 2018.

Das 25 posições divulgadas pela publicação nesta quinta (28), pelo menos metade são ocupadas por mulheres. Veja quem elas são:

Veja também

Kylie Jenner

Dona do post mais curtido até hoje do Instagram — o anúncio do nascimento da filha, Stormi, que já tem quase 18 milhões de likes —, Kylie é uma força das redes sociais que transferiu este sucesso para o mundo offline e hoje conduz um negócio bilionário: a Kylie Cosmetics.

Seu estilo dita tendências de moda e beleza, o que faz dela, sem dúvidas, uma das mulheres mais influentes da internet mundial.

Emma González e mais estudantes de Parkland

Depois da tragédia na escola Marjory Stoneman Douglas High School, em Parkland, no estado americano da Flórida — lá, 17 alunos foram assassinados por um ex-colega que entrou armado nas dependências da instituição — a estudante Emma González e seus colegas se tornaram vozes por transformações na política armamentista americana.

E se o movimento se organizou nas redes, ele se transferiu para as ruas e iniciou uma série de discussões na sociedade americana a respeito do tema, principalmente após o discurso apaixonado de Emma durante a Marcha Por Nossas Vidas, em 24 de março.

Rihanna

Rihanna não apenas agrega valor à sua carreira musical e sua marca de beleza, a "Fenty Beauty", através de seu comportamento na internet: ela também dita as regras do jogo. Ano passado, ela fez o Snapchat perder cerca de US$ 800 milhões em valor após uma propaganda ser veiculada na plataforma suavizando a violência doméstica que ela já sofreu. 

Por isso, ela assegurou seu lugar na lista da revista americana.

Naomi Watanabe

Naomi não é só a mais popular influencer japonesa, com mais de 8 milhões de seguidores: ela também canta — é considerada a Beyoncé do país —, mantém uma sólida carreira como comediante e se tornou um ícone fashion plus size, inspirando outras mulheres mundo afora a investirem em peças que lhes fazem sentir bonita.

Sia Cooper

A influenciadora e personal trainer narra o que é a vida de uma mãe que se dispõe a perseguir saúde e bem-estar com filhos pequenos, iniciando um debate necessário sobre corpo, autoestima e escolhas de lifestyle na maternidade.

Estima-se que ela ganhe cerca de US$ 500 mil ao ano por seu poder de influência nas redes.

Eman al Nafjan

A ativista saudita que ficou conhecida por seu blog e sua forte presença nas redes, onde denuncia abusos contra as mulheres, chegou a ser presa por defender o direito delas ao voto e à carteira de habilitação.

Com a conquista das mulheres ao direito de dirigir no país, ela fez história.

As mulheres do movimento #BabaeAko

Desde que assumiu o governo em 2016, o presidente filipino Rodrigo Duterte faz piadas sobre estupro e comentários considerados sexistas. No entanto, em maio, um grupo de mulheres que reuniu artistas, ativistas e cidadãs comuns passou a se organizar contra o posicionamento do estadista.

Surgiu assim o movimento #BabaeAko ("Eu sou uma mulher"), que pede um basta à misoginia dele e de outros homens no país. Em junho, milhares de mulheres foram às ruas como resultado desta organização para protestar o fato de Rodrigo Duterte ter beijado uma mulher à força em público.

Lindsay Schuyler

Você pode não conhecer o rosto de Lindsay, mas talvez já tenha cruzado com o trabalho dela: junto a Tony Liu, ela conduz o "Diet Prada", um perfil do Instagram que é famoso por fiscalizar os plágios que acontecem no mundo fashion, além de fazer uma cobertura bem-humorado e por vezes polêmica de tudo o que acontece no meio.

Kayla Itsines

Kayla é considerada a "Pugliesi americana", já que através de suas redes sociais ela popularizou seu próprio método de fortalecimento corporal e definição muscular. Não há ninguém que domine o terreno da #fitinspiration mais do que ela, que expandiu seus domínios para o próprio app, o "Sweat", o que lhe rendeu US$ 77 milhões apenas este ano.

Busy Philipps

A atriz é uma usuária massiva das redes sociais, especialmente do Instagram, onde narra em tom realista seu próprio cotidiano. Este tipo de abertura, raro para uma celebridade, fez com que Busy conquistasse um novo público, que vai além de seu trabalho em Hollywood.

No entanto, sua relevância só cresceu na plataforma quando ela passou a discutir questões de saúde mental e seus desafios pessoais com os seguidores, inspirando discussões válidas sobre tratamento e estilo de vida.

Lil Miquela

Ela tem o estilo de sobra de muitas influenciadoras de moda, faz poses, caras e bocas, e conquistou um séquito de seguidores. No entanto, Lil Miquela é parte desta lista por ter um diferencial curioso: ela não existe, ou seja, é uma persona virtual.

Seu comportamento é controlado por um software, o que prova que é possível fabricar um influencer de sucesso.

Ariel Martin

Com uma carreira musical que floresceu nos meios digitais, através de performance no Youtube, Ariel também é uma personalidade reconhecida por sua abertura em outros temas: ela faz tutoriais de maquiagem, cria esquetes engraçadas e discute assuntos de comportamento como o bullying.

Mais Transforma