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Modelo baiano vendia salgadinhos com a mãe e estreia na SPFW aos 17 anos

Divulgação/WAY Model
Gabriel Pitta tem 17 anos Imagem: Divulgação/WAY Model

Mariana Gonzalez

Da Universa, em São Paulo

22/10/2018 15h40

Gabriel Pitta tem uma relação bem próxima com doces e salgadinhos. Desde a infância, ele ajudava a mãe em um pequeno negócio de encomendas para festas em Salvador, na Bahia, onde nasceu e foi criado. Agora, ele se prepara para estrear nas passarelas da São Paulo Fashion Week

Gabriel divide a rotina entre trabalho e cuidados com o corpo: corre cinco vezes por semana, cuida da pele e é rigoroso com a alimentação.“Tenho uma genética boa e sempre pratiquei muitos esportes, como corrida e natação”, disse o modelo, em entrevista à Universa, para explicar a relação entre os quitutes e a boa forma. 

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Aos 17 anos, ele fará sua estreia na edição N46 da semana de moda nos desfiles da Cotton Project, na quinta-feira (25), e de João Pimenta, na sexta-feira (26), mas já participou de editoriais de moda em publicações como “Vogue”, “GQ” e “Marie Claire”.  "Espero que eu possa ser visto pelas pessoas importantes do mercado, mas, só de estar lá, estou realizando um baita sonho." 

A carreira de modelo começou em 2016, quando o baiano tinha 15 anos e conquistou o primeiro lugar do concurso Beleza Black, focado em modelos negros, na capital baiana.

“Fui muito incentivado por uma prima. Participei, acabei vencendo, gostei muito de fazer aquilo e, então, decidi que queria trabalhar como modelo”, lembra.

Divulgação/WAY Model
Imagem: Divulgação/WAY Model

Por dois anos, ele conciliou a carreira de modelo na capital baiana com o trabalho ao lado da mãe, fazendo entregas de doces e salgados e até servindo em algumas festas. Até que, em setembro, foi contratado pela agência Way Model e se mudou para São Paulo.

Um mês depois de deixar a terra natal, ele mantém a relação com a mãe à distância, mas garante que carrega consigo muito do que aprendeu com ela: “Levo para a vida: honestidade, humildade e respeito ao próximo. Sigo o que ela me dizia: ‘faça sempre o certo que, um dia, tudo vai dar certo’”.