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Mães e filhos

Meninas cientistas: treinamento procura fazer jovens a gostarem do tema

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Meninas cientistas: o o sonho de trabalhar com ciência começa na infância Imagem: iStock

Camila Brunelli

Colaboração para Universa

14/08/2018 04h00

Pensou em ciência, imaginou um homem de jaleco junto ao microscópio? Se depender de um grupo de cientistas e pesquisadoras que atuam em São Paulo, essa imagem é passado. O projeto “Meninas com Ciência - 2a edição SP: de mulheres cientistas para meninas que sonham” pretende trazer meninas do 5º ao 9º ano para essa cena. E quem sabe, no futuro, elas mudem o mundo.

O intuito do projeto é apresentar a ciência e tecnologia para essas meninas e fazer com os temas ligados a essa área permeiem a formação delas. Para isso, serão apresentados conteúdos curiosos como formas de vida até pouco tempo desconhecidas do mar profundo, uso de fármacos para cura de câncer e até vida em outros planetas. Tudo para que elas se interessem pelo assunto e desenvolvam o desejo de querem seguir na profissão mais tarde e serem até, enaltecidas na profissão futuramente.

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 “Queremos mostrar o papel de uma mulher cientista em diferentes áreas de atuação, abrindo os horizontes dessas meninas, humanizando a figura de uma cientista, e mostrando a importância da Ciência para o desenvolvimento de um país”, disse a coordenadora do evento, Camila Negrão Signori.

O evento é voltado a meninas que estejam matriculadas entre o 5º e 9º ano do ensino fundamental, em escolas da rede pública ou particular do estado de São Paulo. As vagas serão divididas igualmente entre participantes da rede pública e particular, segundo os organizadores. Serão cinco sábados inteiros de palestras e atividades práticas em laboratórios do Instituto Oceanográfico (IO-USP), na cidade universitária. As inscrições vão do dia 10/09 ao dia 10/10 e devem ser feitas pelo site www.meninascomcienciausp.com.br e o resultado da primeira chamada das selecionadas sai no dia 12/10.

 Quem se identifica com a causa

O comitê organizador é voluntário é composto por profissionais de graduação até pós-doutorado que abraçaram a causa. Também serão selecionadas 15 monitoras que se identifiquem com o sexo feminino e estudem em alguma universidade paulista. Elas poderão incluir a monitoria como atividade de extensão em seu Currículo Lattes e aprender sobre os assuntos que serão explanados. “Acredito no poder de transformação da Educação, e na possibilidade de um sonho plantado na infância se tornar realidade no futuro dessas meninas. Pensei que o impacto do projeto pudesse ser grande. De fato, a repercussão tem sido assustadoramente fantástica!”, afirma Camila.

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