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Violência contra a mulher

Família de advogada morta no Paraná cria perfis contra o feminicídio

Reprodução/Facebook
Felipe Manvailer é suspeito de matar a mulher, Tatiane Spitzner, no PR Imagem: Reprodução/Facebook

Da Universa

06/08/2018 09h31

A irmã de Tatiane Spitzner, morta em 22 de julho após cair do quarto andar do prédio onde morava com o marido, Luis Felipe Manvailer, criou um perfil no Facebook e outro no Instagram sob o nome "Todos por Tatiane Spitzner" para levantar o debate sobre feminicídio.

Até a manhã desta segunda (6), a página do Facebook já registra mais de 34 mil curtidas e o Instagram mais de 98 mil seguidores.

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Uma publicação compartilhada por Todos por Tatiane Spitzner (@todosportatiane)

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Na última sexta-feira, foram divulgados vídeos das câmeras de segurança do prédio onde o casal morava que mostrariam a tentativa da mulher de fugir do marido, indiciado nesta terça-feira (31) por homicídio.

No mesmo dia, os advogados da família da vítima enviaram uma petição pública com conversas de WhatsApp trocadas pela vítima e uma amiga, pedindo que elas sejam anexadas à investigação. Nas mensagens, Tatiane diz ter medo do marido e que ele teria "um ódio mortal" dela.

Além das conversas, também foram incluídas sete publicações de Manvailer em seu perfil no Facebook com conteúdo machista e violento, registradas entre os meses de junho de 2011 e 2014. Em uma delas, o acusado escreve: "Indo estrangular e qbrar (sic) uns braços". Já em outra publicação, Acima, o preso diz: "3 gordinhos 'seguranças' pra me tirar do empório... fala sério, bando de arregão!"

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