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12 documentários feitos por mulheres (e sobre mulheres) pra ver na Netflix

Divulgação
Cena do documentário "What Happened, Miss Simone?", dirigido por Liz Garbus Imagem: Divulgação

Natacha Cortêz

Da Universa

02/06/2018 04h00

Por acaso já lhe veio a impressão de que há mais documentários do que filmes de ficção dirigidos por mulheres? Não é mera sensação: estudos confirmam que o gênero costuma mesmo ser mais receptivo às mulheres na direção

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Uma pesquisa da Universidade de San Diego, nos Estados Unidos, analisou 1.036 filmes exibidos em 23 festivais norte-americanos entre 2015 e 2016. O resultado: as mulheres representaram 28% dos diretores, com presença bem maior no documentário (35%) do que na ficção (19%).

Aqui, selecionamos doze documentários feitos por mulheres (e sobre mulheres) para você assistir na Netflix. 

What Happened, Miss Simone? (Estados Unidos, 2015)

Indicado ao Oscar de melhor documentário em 2016, o filme da diretora Liz Garbus narra a trajetória da cantora americana Nina Simone (1933-2003) . Contando com raro material de arquivo, além de entrevistas com familiares e amigos, a cineasta mostra a vida, a obra e a militância de Simone pelos direitos dos negros.

Hot Girls Wanted (Estados Unidos, 2015)

O documentário de Jill Bauer e Ronna Gradus lança luz sobre a lucrativa indústria de filmes pornográficos amadores dos Estados Unidos e entrevista jovens mulheres que trabalham nestas produções, investigando como foram recrutadas. A atriz Rashida Jones é a produtora do longa, que foi exibido no Festival de Sundance.

Embrace (Austrália, 2016)

Em 2012 a australiana Taryn Brumfitt se preparava para fazer uma cirurgia plástica para “melhorar” sua aparência após três gestações. Foi quando pensou: e se aprendesse a gostar do próprio corpo? Diretora deste documentário, ela conversa com mulheres de várias partes do mundo para entender a relação de cada uma com a própria imagem.

I am Jane Doe (Estados Unidos, 2017)

Dirigido por Mary Mazzio e narrado por Jessica Chastain, o documentário acompanha garotas americanas e suas mães em lutas judiciais contra o site Backpage.com. Ex-propriedade do Village Voice, a página hospeda anúncios de sexo com menores de idade, mas é protegido por uma lei que isenta os sites de responsabilidade pelo conteúdo de terceiros.

India’s Daughter (Reino Unido e Índia, 2015)

O documentário de Leslee Udwin contra a trágica história da estudante indiana Jyoti Singh. Em 2012, a jovem estava a caminho do cinema com um amigo quando foi estuprada e morta por uma gangue de seis homens na capital do país, Nova Déli. O crime provocou revolta, enormes protestos e a mudança nas leis.

Laerte-se (Brasil, 2017)

As diretoras Lygia Barbosa da Silva e Eliane Brum fazem um perfil de Laerte Coutinho, uma das mais importantes cartunistas do Brasil, que desde 2009 identifica-se como transgênero. O documentário “acompanha a investigação de Laerte sobre o mundo feminino” e aborda sua relação com amigos e familiares, suas posições políticas e personagens.

Maya Angelou, e ainda resisto (Estados Unidos, 2016)

Dirigido pelos cineastas Rita Coburn WhackBob Hercules, o doc conta a história da escritora, poeta, atriz e diretora norte-americana Maya Angelou (1928-2014). Autora de obras como I  Know  Why  the Caged Birds  Sing (1969), ela sobreviveu a um abuso sexual e enfrentou o racismo para se tornar uma influente artista e ativista pelos direitos civis em seu país. 

Paris Is Burning (Estados Unidos, 1990)

O já clássico documentário de Jennie Livingston aborda questões de raça, classe e gênero nos Estados Unidos ao retratar uma cena efervescente na Nova York da década de 1980: os chamados “bailes”, competições frequentadas principalmente pelas comunidades LGBTs, negras e latinas da região do Harlem. O filme foi premiado no Festival de Sundance.

She’s Beautiful When She’s Angry (Estados Unidos, 2014)

Mary Dore lança um olhar sobre o movimento feminista que abalou os Estados Unidos no fim da década de 1960. Além de documentar os principais acontecimentos do período, o filme também entrevista integrantes de diferentes grupos ligados à defesa dos direitos das mulheres, mostrando as variadas linhas de atuação.

Twinsters (Reino Unido/França/Coreia do Sul/EUA, 2015)

Samantha Futerman é atriz e vive nos Estados Unidos. Quando um de seus trabalhos viraliza na internet, ela acaba conhecendo uma jovem que mora na Europa e com quem tem inacreditável semelhança física. As duas, então, decidem descobrir se são irmãs gêmeas. Dirigido pela própria Futerman, em parceria com Ryan Miyamoto.

Marias: A Fé no Feminino (Brasil, 2015)

A Virgem Maria é uma figura forte em diferentes países da América Latina – mas quais as peculiaridades de cada celebração? Neste documentário, a diretora Joana Mariani viaja por Brasil, Cuba, México, Peru e Nicarágua para registrar festas e homenagens, aproveitando, também, para ouvir mulheres latino-americanas e suas histórias.

Janis: Little Girl Blue (2015)

A diretora Amy J. Berg foi contratada pela família de Janis Joplin (1943-1970) para fazer este documentário, ao qual se dedicou por oito anos. O resultado foi um retrato detalhado e intimista sobre a cantora, que reúne imagens de arquivo, apresentações históricas, gravações de bastidores e entrevistas com amigos e familiares.

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