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Puerpério não é palavrão e série "Turma do Peito" relata esse drama materno

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Exibida originalmente no canal australiano ABC, "Turma do Peito" é uma criação de Sarah Scheller e Alison Bell, que protagoniza a série Imagem: Divulgação

Natacha Cortêz

Da Universa

25/05/2018 04h01

Nem tudo é o que parece ser. Se esse "tudo" então for a maternidade, evitar romantizá-la pode ser o primeiro passo para uma mãe mais feliz. Esse é recado de "Turma do Peito" (The Letdown), a série sobre puerpério - a fase após o parto, em que a mulher experimenta modificações físicas e psíquicas - e outros dramas da maternidade na Netflix

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Sinopse: Audrey, que é mãe de primeira viagem de uma menina de dois meses, tenta apoio de um grupo de pais do seu bairro, do parceiro estressado pelo trabalho e até mesmo do traficante de drogas da região. Exibida originalmente no canal australiano ABC, "Turma do Peito" é uma criação de Sarah Scheller e Alison Bell, que protagoniza a série.

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Como é lidar com os desafios reais de ser mãe, e com a pressão dos julgamentos disfarçados de conselhos? Imagem: Divulgação

São sete episódios com aproximadamente 30 minutos de puerpério, de rede de apoio, de dificuldades na amamentação, de noites em claro e do impacto profundo que um bebê causa nas relações familiares, amorosas e até mesmo na vida social de mães e pais. Afinal, como é se sentir você e ao mesmo tempo se sentir uma nova pessoa, com novas responsabilidades? Como é lidar com os desafios reais de ser mãe, e com a pressão dos julgamentos disfarçados de conselhos? Onde é que foi parar sua antiga e confortável vida? Questões como essas aparecem ao longo da primeira temporada, despertando, inclusive, boas risadas.

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Audrey, que é mãe de primeira viagem de uma bebê de dois meses, tenta conseguir o apoio de um grupo de pais do seu bairro, do parceiro estressado pelo trabalho e até mesmo do traficante da região Imagem: Divulgação

Importante dizer que "Turma do Peito" não precisa ser uma obra audiovisual para que apenas as mães possam se identificar, na alegria e na tristeza. Ela serve para todo mundo (pais, tios, amigos, sogras e parceiros) que, de alguma forma, convive com os protagonistas da maternidade.