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Que tipo de Papai Noel é você?

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Imagem: Getty Images

No imaginário popular, ele é uma figura doce e extremamente generosa. Mas será que você também tem essas características? Descubra, a partir do teste elaborado em colaboração com Yuri Busin, mestre e doutorando em psicologia pela Universidade Presbiteriana Mackenzie

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    Bem-intencionado

    Pelas suas respostas, você é o tipo de pessoa que gosta da oportunidade de confraternizar e procura caprichar na escolha do presente. Porém, nem sempre acerta. Talvez porque pense em itens que gostaria de ganhar, sem observar com cuidado o estilo do outro. "O ideal é perceber o que o presenteado gosta. Se decidiu comprar uma roupa, por exemplo, veja o modelo, a marca e a cor que a pessoa está acostumada a vestir", diz o psicólogo.

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    Muquirana

    Há muito tempo você não vê a menor graça em comemorações como o Natal - ao menos é o que as suas respostas sugerem. A ideia de comprometer a sua renda com presentes, para cumprir uma convenção social, é uma das que mais te incomoda. Porém, se quiser continuar sendo convidado para celebrar a data na companhia de outras pessoas, é melhor aprender a lidar com isso. "Você poderá ser julgado como uma pessoa egoísta e que não sabe compartilhar", afirma o psicólogo.

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    Dos sonhos

    O resultado do teste demonstra que você une a boa vontade a uma dose de empatia bem acima da média. E quase sempre acerta nos presentes. Tudo isso porque, em vez de comprar o que gostaria de ganhar, realmente dedica um tempo a conhecer e pesquisar o outro. "Antes de comprar um presente, você procura se aproximar mais do outro, presta atenção nele. Além disso, tem um desejo muito sincero de agradar", diz o psicólogo.

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    Exagerado

    Você é um tipo raro de Papai Noel: aquele que não foi afetado pela crise econômica. Pelo menos é o que as suas respostas indicam. Você quer comprar o melhor, o mais sofisticado, sem se preocupar com o preço. Se por trás desse comportamento não houver uma enorme insegurança, ou a necessidade de ser aceito, não há problema em agir assim. Também é importante que o seu orçamento não se ressinta. "Comportamentos compulsivos podem levar ao endividamento", afirma o psicólogo.

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