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Autoestima

Débora Nascimento conta que sofreu bullying por causa de cabelo cacheado

Thiago Duran/AgNews
A atriz Débora Nascimento Imagem: Thiago Duran/AgNews

da Universa, em São Paulo

25/11/2018 09h28

A adolescência foi um período difícil para Débora Nascimento.

A atriz, de 33 anos, abriu o jogo sobre as dificuldades de autoaceitação frente ao bullying sofrido nos tempos de colégio, no "Altas Horas" de sábado (24) ​​​​.

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Mãe de Bella Loreto, de 7 meses, a atriz conta que foi alvo de agressões por causa de seus cachos e de sua altura.

"Eu era um bichinho do mato, muito tímida. Já era alta. Tenho 1,78 m desde os 15 anos. Ficava no fundão, meio muda, meio arcada, usava óculos e o cabelo também... Não sabia mexer nesse cabelo cacheado, achava esquisito ou penteava demais. Aí vivia com ele preso. Nos anos 90, eu era isso!".

"Eu fingia que eu não escutava, mas implicavam. Bola na cabeça, jogavam coisa para grudar no meu cabelo, sofri bastante. Minha época de colégio foi um período bem difícil para mim", relembrou, durante a conversa com o apresentador Serginho Groisman.

Esta não é a primeira vez que Débora Nascimento discute, sem tabus, questões de autoestima. Em 2015, ela afirmou à revista "Nova" que teve depressão na adolescência e que a superação das inseguranças chegou com o tempo e o investimento na autoconfiança.

Em julho, ela também afirmou em vídeo no seu Instagram Stories que não se reconhecia no corpo pós-parto, mas que era preciso que as pessoas fossem mais tolerantes e acolhedoras com mães que vivem este período.

"E tenho que confessar: é um corpo que você não se reconhece. Não é o de antes de engravidar e nem o de grávida. É um corpo que parece que está em recuperação, entendimento. Muito doido, a gente acaba se cobrando pois nós mulheres somos vítimas de toda essa objetificação do nosso corpo. Tipo: 'pari, em 1 mês estou gata sarada na praia'. Oi? A parada mexe tanto com a gente, a gente com a gente mesmo, de não se sentir bem. Por isso vim aqui para jogar uma real. É difícil parir, é complicado, e esse período depois não é bolinho", disse à época.

"Estou terminando esse discurso com alto astral, alegria, bom humor dizendo: 'se ver uma mãe na praia, não julgue'. Na verdade não julgue nenhuma. Todas são belas, parindo ou não parindo", concluiu.