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Sexo

5 mulheres contam quais talentos na cama são sua especialidade

Getty Images
Imagem: Getty Images

Beatriz Santos e Simone Cunha

Colaboração para Universa

14/11/2018 04h00

Sem modéstia, elas revelam o que fazem para se garantir no sexo. Você se identifica com estas histórias?

O polêmico fio terra

“De dez caras que eu transo, em nove eu faço o fio terra. E eles amam! Poucos pedem, mas tem cara que coloca a culpa na bebida, porque existe, sim, um tabu. Mas, quando rola, eles ejaculam horrores. Na cama, tem que começar com calma. Ir toda feminina, carinhosa, dar muito beijo e umas lambidas, nada de pegar o dedo de uma vez e enfiar. Eu cansei de pegar vídeos e fotos ensinando como localizar a próstata, porque quero que seja gostoso mesmo. Sei exatamente como e onde tocar. Além disso, sei que é preciso tomar cuidado para não machucar, estou sempre com a unha arrumadinha e limpa. Também lubrifico bastante e faço porque gosto. Muitas vezes, masturbo o cara enquanto faço o fio terra, assim, ele fica mais relaxado.” Thais Rodrigues, 30 anos, consultora de vendas  

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Oral caprichado

“Sempre gostei de fazer sexo oral. E, vendo vídeos, percebi que quanto mais saliva e adequação da minha língua à anatomia da ponta do pênis, melhor fica. A técnica, basicamente, é: a parte mais sensível é a cabeça do pênis, então, tem que concentrar a mão entre o freio do pênis e a extensão, chupar e massagear. A parte de enfiar tudo na boca é mais um fetiche masculino, você pode alternar ou concentrar mais na cabeça. Todos os homens sempre elogiaram a minha chupada. De uma coisa eu tenho certeza: nem a prostituta mais cara faz um boquete melhor que o meu.” Thayara Cardoso, 25 anos, auxiliar de biblioteca

Pompoar

“Quando descobri o pompoarismo, pesquisando algumas técnicas de sexo na internet, primeiro coloquei em prática sem ser na transa, contraindo e soltando, como um exercício para treinar o músculo. Depois, comecei a fazer no meio da transa, porém, sem avisar o cara, porque queria que ele notasse algo diferente. Até que um dia, no meio da transa, ele me pediu para eu apertar de novo e disse que era muito gostoso com aquela pressão e que isso o estimulava muito. Desde então faço sempre no meio da transa, quando sinto que o clima está mais quente. E os gemidos sempre aumentam. Confesso que mando muito bem!” Isadora Teixeira*, 25 anos, estudante

Vocabulário vasto

"Falar sacanagem no sexo, para mim, é essencial. Geralmente, começo elogiando e observando as reações. Na hora da relação, gosto de pontuar cada uma das coisas que eu gosto na pessoa ou coisas que eu quero que ela faça comigo, como posições tapas, mordidas etc. O lance é não ter vergonha de usar palavras escrachadas, de falar para o cara ‘quero que você me coma forte’.  Uma vez, falei para um cara que queria ser a puta dele e percebi que ele ficou meio assim, porque ele preferia que eu fosse a menininha puritana. Mas, em 99% das vezes, as reações são muito positivas. Eles costumam achar inesperado nas primeiras vezes e acabam dizendo que gostaram muito depois”. Camila Arcanjo*, 22 anos, arquiteta

Quadradinho

“Sou muito boa na posição sentada. Ela favorece o orgasmo mútuo e permite que eu domine a transa, o que eu gosto. Então, comecei a implementar algumas técnicas de funk durante o sexo e foi um sucesso. Descobri que o segredo para uma desenvoltura impecável consiste em dominar os movimentos da cintura, a partir daí eu tenho controle sobre tudo: intensidade e velocidade. Às vezes, vou mais devagar, provocando, ou bem rápido, quando percebo que o cara está chegando lá. Eles vão ao delírio mesmo. Procuro fazer essa posição por último, porque é certeza de orgasmo “. Helena Gonçalves, 27 anos, professora de inglês

*Nomes trocados a pedido das entrevistadas