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Diversidade

"Não seremos apagados": famosos criticam Trump por ameaçar direitos trans

Getty Images
Ataque de Trump é "inaceitável", disse Caitlyn Jenner, no Instagram Imagem: Getty Images

Da Universa

23/10/2018 16h40

O governo de Donald Trump se mostrou, mais uma vez, contra os direitos da população LGBT – e personalidades como Sia, Lady GagaCaitlyn Jenner e Jazz Jennings se posicionaram contra ele nas redes sociais. 

De acordo com uma reportagem do "New York Times", ele propõe uma nova definição de gênero que elimina o reconhecimento de pessoas transexuais em documentos oficiais.

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Se realmente adotada, essa mudança legislativa deve afetar cerca de 1,4 milhão de cidadãos americanos que definiram o seu gênero a partir de uma identitária escolha individual.

A maioria usa a hashtag "we  won't  be  erased" (nós não seremos apagados, em inglês). Veja o que elas disseram:

Lady Gaga

“O governo pode estar vivendo em um universo alternativo, mas nós, como sociedade e cultura, sabemos quem somos e conhecemos a nossa verdade e devemos nos unir e levantar nossas vozes para que possamos educá-los sobre as identidades de gênero". 

“Enquanto hoje você pode se sentir inaudível ou invisível, saiba que esta não é a realidade da humanidade. Esta é outra demonstração de liderança sendo conduzida pela ignorância”, concluiu ela em outro tuíte. 

Sia 

“Os direitos trans são direitos humanos. Direitos trans são os nossos direitos”, escreveu, no Twitter. 

Caitlyn Jenner

Depois de publicar uma imagem a frase "pessoas trans não serão apagadas" repetidas vezes em inglês, o pai de Kylie e Kendall Jenner falou sobre o assunto à "People Magazine". 

"A administração Trump atacou ferozmente a minha comunidade novamente. Exatamente como um Sr. Presidente da FYI - o exército é o único maior empregador de pessoas trans no mundo". 

Jazz Jennings

"Nós, transgêneros e pessoas que não se encaixam em gênero, declaramos nossa existência por tanto tempo e continuamos a crescer mais forte em nossas vozes”, escreveu, no Twitter. "Se algum dia fossemos erradicados, isso teria acontecido há muito tempo".