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Autoestima

5 vezes em que Paola Carosella inspirou mulheres com seus posts nas redes

Reprodução/Instagram/rodrigomarquesphoto
Imagem: Reprodução/Instagram/rodrigomarquesphoto

Da Universa

05/10/2018 10h17

Chef de sucesso, mãe pé no chão e com uma personalidade forte e transparente, Paola Carosella conquistou uma legião de fãs após estrear na TV como uma das juradas do "MasterChef".

A argentina, porém, não domina somente o mundo das panelas e é uma das celebridades mais inspiradoras nas redes sociais -- ainda que seja adepta mais de imagens das delícias que faz do que de selfies cheias de mensagens.

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Capa da revista "Claudia" deste mês, em que aparece de maiô, Paola foi ao Instagram fazer um textão repleto de autoestima. Aos 45 anos, ela afirma nunca ter se sentido tão bem na própria pele:

Essa moça do maiô verde aí da foto sou eu. Eu que tenho 45, quase 46 anos, e por quase toda a minha vida tive vergonha de tirar a camiseta ou o vestido e de mostrar o meu corpo na praia. Eu, que andava sempre de roupas longas para cobrir minhas estrias e celulites e o meu bumbum gigante. Essa moça que tinha vergonha dos seus joelhos por serem gordinhos e mio tortos, a das coxas grandonas que se roçam uma com a outra ao andar, aquela moça de maiô verde que tem barriga e pernão grande. Essa ai sou eu. Sim, essa ai sou eu. Essa mulher linda de 45, que hoje não tem mais vergonha em tirar a camiseta ou o vestido e de mostrar o corpo que tem com as suas estrias, celulites e joelhos gordinhos. Que passeia o bumbum gigante com movimentos harmoniosos e um sorriso no rosto por que essa é ela, essa sou eu, em toda minha expressão. Porque esse corpo é a embalagem do que eu sou e do que realmente importa de mim. Porque essa pele é a pele que embrulha a mulher de quem me orgulho. Porque esses limites que a minha pele impõe, embrulham um universo que é muito maior do que a aparência. Se os outros me acham ou não bonita, pouco importa. Eu aprendi a amar todo o que está dentro dos limites dessa minha pele. Deixei de ser cruel comigo mesma, deixei de me criticar, de me encher de culpa de me questionar porque meu corpo não era mais magro, meus joelhos mais retos, meu bumbum menor, minha pele clara e sem varizes e comecei a ser amiga de mim mesma. A entender porque minha pele não era clara e estava cheia de varizes e porque o meu corpo não era mais magro, comecei a dar risada de mim e minha crueldade e comecei a me amar. Eu sou hoje a minha melhor amiga. E isso sim que importa, e muito. A beleza verdadeira, a beleza poderosa, a beleza que arrasa e vai além é a que vem do amor que sentimos pelo que somos. E não pela embalagem. Ser, não ter. Estou extremamente feliz de estar na capa da Revista Claudia com o maiô verde, símbolo da campanha de Natura Tododia, que reforça que todo corpo está pronto para o verão, e convida as mulheres para viverem seus corpos em toda sua plenitude nessa estação tão gostosa. #VivoMeuCorpo @naturabroficial #EuTenhoDireito @claudiaonline

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Não é a primeira vez em que a chef aborda o tema com uma foto-inspiração nas redes sociais. Em julho, surgiu também com roupas reveladoras para falar de autoaceitação e confiança:

Mãe de Francesca, de 6 anos, Paola dedicou seu Dia das Mães a outra mensagem de encorajamento para outras mães maravilhosamente imperfeitas:

Ser feliz é muito relativo. Nem sempre possível. A felicidade que se vende em forma de familia margarina correndo de mãos dadas no parque todos sorridentes com os perfeitos dentes brancos não parece ser a realidade de muitos de nós. Minha felicidade está em fazer o melhor possível, em tentar disfrutar ao máximo tudo o que eu faço em sugar a vida até a ultima gota, Nem sempre isso quer dizer correr no parque de mãos dadas com a minha familia perfeita. Ser mãe me faz feliz, mas nem sempre é fácil, ser mãe é intenso e complexo e muitas vezes doe e muitas vezes não é leve. Acabei de ler uma mensagem de uma grande amiga que fala que gosta do meu jeito não mistificado de ser mãe, não sei muito bem o que isso quer dizer mas gostei . Minha mãe me ensinou algo sem querer , me ensinou que uma mãe carregada de culpa por não ser uma mãe perfeita enche de culpa e peso aos filhos por não serem perfeitos. Eu gosto de ser mãe. E como tal sou absolutamente imperfeita. Mas me perdoou e celebro que consigo fazer o melhor possível. O melhor possível. Abrazar a imperfeição e me permitir errar e pedir desculpas me permitir falar que não sei o que fazer, me permitir tempo para mim sem culpa me permitir curtir intensamente os meus outros lados alem da Paola mãe... isso é o que eu posso , o melhor que eu posso. E o que eu quero deixar de ensinamento se é que temos que deixar algo, para minha filha . Seja livre e não sinta culpa . Faça o melhor que puder, intensamente e se permita e perdoe errar. Feliz dia a todas as mães que fazem o melhor possível. ??

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No comando de seu restaurante Arturito há dez anos, ela também fala do trabalho, da correria e da satisfação em fazer o que ama:

Ainda que "supermulher", Paola aprendeu que pausa é essencial, como em um post de julho:

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