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Papo de vagina

Governo dos EUA faz alerta contra procedimento de rejuvenescimento vaginal

Priscila Barbosa
Imagem: Priscila Barbosa

da Universa, em São Paulo

01/08/2018 11h11

O FDA (Food and Drug Administration), órgão do governo americano que regula o uso de medicamentos e a prática de tratamentos médicos e estéticos no país, emitiu na segunda (30) um alerta contra procedimentos a laser de rejuvenescimento vaginal.

Segundo a instituição, a prática é "insegura", "perigosa" e os benefícios de saúde que fabricantes dos materiais usados associam a eles — como reversão de incontinência urinária e melhoria da qualidade de vida sexual — não foram provados.

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No relatório, o FDA ainda informa que o uso de laser na região da vulva e da vagina pode causar sérias queimaduras, cicatrizes e dores crônicas para as mulheres. 

Este tipo de tratamento, que melhoraria, em tese, a aparência da genitália feminina, é frequentemente procurado por mulheres no pós-parto ou na menopausa. 

Pelo Twitter, um comissário do FDA, o médico Scott Gottllieb, afirmou que o governo enviou aos fabricantes advertências e artigos médicos que indicavam que pacientes haviam tido queimaduras vaginais, cicatrizes e dores durante o sexo, além de outras dores crônicas recorrentes. Ele ainda disse que as respostas oferecidas pelas marcas estão sendo investigadas.

"A extensão total dos riscos [oferecidos] ainda é desconhecida", completou. 

Os equipamentos de rejuvenescimento vaginal ainda não foram banidos no país, mas Scott Gottllieb também sinalizou que o FDA planeja melhorias na supervisão de segurança destas ferramentas e mudanças de regras que protegeriam as mulheres de promessas infundadas.

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