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Minha história

"Realizei a fantasia de fazer sexo a três com dois irmãos"

iStock/Arte UOL
Imagem: iStock/Arte UOL

Beatriz dos Santos e Carolina Prado

Colaboração para Universa

07/07/2018 04h00

Alessandra Cintra, veterinária de 26 anos, topou o desafio de fazer sexo com o namorado e o irmão dele, ao mesmo tempo. Ela conta, aqui, detalhes de como foi essa experiência.

“Eu sempre tive vontade de fazer ménage com dois homens, por conta de fetiche, mesmo. Então, eu comecei a namorar um rapaz e contei isso a ele. Virava e mexia essa história vinha à tona, mas ele não queria que fosse ninguém que eu levasse para a transa, por conta de ciúme, medo ou sei lá o quê. Então, ele começou a me mandar algumas fotos de colegas, pessoas em quem ele confiava. Eu curti um e só depois fiquei sabendo que era o irmão dele, porque estávamos namorando há pouco tempo, e eu ainda não havia conhecido a família.

Na hora em que fiquei sabendo, eu disse que não, que não queria parente envolvido e que poderíamos deixar esse fetiche para depois. Passou um tempo e acabamos brigando. Terminamos e, quando voltamos, eu perguntei se a proposta com o irmão dele ainda estava de pé, porque aquilo não saía da minha cabeça. Ele disse que ia falar com o irmão e marcamos a transa para o outro dia.

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Então, ele e o irmão foram me buscar e me levaram para a casa do meu namorado. Conheci o meu cunhado, na época, no carro. Ele me pediu um beijo no rosto para quebrar o gelo. Chegando na casa do meu namorado, pedimos pizza e começamos a beber. Uma determinada hora começou a pegação --e até cancelamos a pizza. Como os dois são héteros, não rolou nada entre eles, mas os dois transaram comigo, separados e juntos.

Tinha hora que estávamos os três e tinha hora que eu fazia alguma coisa com um e o outro só ficava olhando e se masturbando.

Meu namorado era bem desinibido, ele não tinha vergonha de nada! Ele me ajudou a não ter vergonha também, ele que comandou tudo. Ele falava o que fazer na hora H: ‘Ah, fica ali agora, faz assim...’. E o irmão dele obedecia. Ninguém teve nojo ou receio ou ciúme. Eu fiz oral em um enquanto o outro me penetrava, fizemos dupla penetração na vagina e também anal e vaginal ao mesmo tempo, em várias posições, eu de quatro e também deitada.

Eles ficaram megatranquilos o tempo todo e, na verdade, queriam até fazer de novo, eu é que não topei. Cheguei a encontrar meu cunhado depois, uma única vez, numa festa de família, e conversamos normalmente. Afinal, como só nós três sabíamos, não tinha motivo para ficar climão.

Eu me senti bastante atraída pelo irmão dele, não vou mentir, mas tive que manter a calma. Hoje, eu e meu ex não estamos mais juntos, mas não foi por conta do que aconteceu. Pelo contrário.

O ménage aumentou nosso tesão em mil por cento, ficamos muito mais ligados depois dessa experiência.

iStock/Arte UOL
Imagem: iStock/Arte UOL

Para mim, foi tudo muito prazeroso, de verdade, até mais do que eu esperava. Ficamos umas duas horas transando e eu amei, porque eram quatro mãos me pegando, muitas coisas acontecendo ao mesmo tempo, e a atenção toda pra mim. Até faria outra vez com os dois, sem problema algum. Mas, com outros caras, acho que não, por questão de confiança.”