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"Nunca me senti tão feminina e linda", diz a agora careca Aline do Rouge

Divulgação
Aline Wirley do grupo feminino Rouge Imagem: Divulgação

Amanda Serra

Da Universa

25/06/2018 04h00

O ano passado foi decisivo na vida de Aline Wirley, integrante do grupo Rouge. Depois de anos usando lace, kanekalon (espécie de tranças), aos 35 anos, a cantora decidiu que era hora de ter o cabelo o mais natural possível – raspou a cabeça – e decidiu que essa era a forma de ver sua aparência física. Ela também voltou ao antigo grupo musical.

“Nunca me senti tão feminina e tão linda como quando tirei o mega hair. A partir dali me conectei com a feminilidade de outras formas, em outros aspectos. Vi que a feminilidade para mim não está só no cabelo, nas unhas”, diz ela à Universa.

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“Já tive cabelos de todos os jeitos menos o meu, o natural.  Não sabia que o meu cabelo era uma questão porque nunca tinha olhado para ele, não sabia o formato da minha cabeça, não sabia a textura dos fios. Não tinha referências para saber que o meu cabelo era bonito. Era indiferente, era mais fácil alisar, colocar aplique.”

Aline ainda explica que seu lado feminino é transmitido também nas ações do seu dia a dia, as quais se assemelham com a de muitas mulheres. “Por meio do meu poder como mãe, de mulher independente que luta pelo o que quer e enfrenta os problemas da vida sempre com força e bom humor.”

Em um mundo em que modelos de belezas são questionados e revistos, Aline não é hipócrita de dizer que beleza não provoca mudanças nas pessoas. “Mas tem que ser de forma positiva quando você se ama e se aceita como é, sem padrões impostos. A beleza começa de dentro para fora, vem da alma. É estar bem, feliz, em paz. ”

Criado em 2002, o grupo Rouge formado por Aline, Karin Hils, Lissah Martins, Lu Andrade e Fantine Thó ditaram algumas tendências de estilo, além do hit “Ragatanga”. Com o retorno, as garotas agora estrelam a campanha Color Trend de maquiagem da Avon – com direito a capa na revista.

“A marca sempre fez parte da minha vida. Fui revendedora, minhas tias ainda são.  O dinheiro das vendas superajudava na renda lá em casa. Ver essa capa em que estou com as meninas é muita felicidade. Lembro daquela menina cheia de sonhos e incertezas, mas que nunca deixou de acreditar”, conta. 

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Aline e suas companheiras do Rouge Imagem: Divulgação