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Mulheres contam a "primeira vez" mais constrangedora na frente de um crush

Getty Images
Imagem: Getty Images

Carolina Prado e Letícia Rós

Colaboração para Universa

21/06/2018 04h00

Gases em um momento romântico, ter um ataque de riso diante de uma fantasia sexual do par, vomitar aos pés do boy... Para correr o risco de se enfiar em uma saia justa com o crush, basta estar viva. Mas dá para sair dessa e ainda colocar o mico no repertório das suas histórias mais engraçadas --e animar qualquer mesa de bar.

Afinal, sobreviver é possível. Esquecer, não. 

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Estômago embrulhado

“Era o nosso segundo encontro, nos conhecemos no Tinder, então, estávamos naquela fase esquisita de perder a vergonha de se ver pessoalmente. Tudo começou quando ele me deu um chocolate e insistiu que eu experimentasse, pois era o favorito dele. Eu estava muito nervosa ou ansiosa e não queria comer, porque o meu estômago já estava embrulhado. Mas, ao mesmo tempo, não queria parecer ingrata, então, experimentei alguns. Comecei a passar mal e decidimos parar em um café para tomar algo e eis que eu sinto aquele ácido subir do meu estômago. Corri para o banheiro e adivinha? Era trancado com senha! No meu desespero de não vomitar na frente do boy, subi as escadas para o segundo andar, enquanto procurava por alguma sacola plástica na minha mochila e, graças aos deuses, achei. Pensei comigo: ‘OK, menos mal, pelo menos foi dentro da sacola, parabéns pela agilidade’. O banheiro do segundo andar foi liberado e, no que fui segurar a porta para entrar, virei a sacola de cabeça para baixo e o menino estava ali, derrubei toda a nojeira de frente pros pés dele. Para tentar diminuir o desastre, falei: ‘Pelo menos eu tenho escova e pasta de dente na mochila’. Ele ficou pleníssimo. Ainda pegou o esfregão para me ajudar a limpar (mas não deixei), fez questão de me tranquilizar e aguardar o mal-estar passar. Mesmo assim, fiquei um tempo trancada no banheiro, indagando se era possível dar descarga em mim mesma e desaparecer pelo cano do esgoto.”
Bruna, 22 anos, estagiária

Pum fedido

“Meu namorado sempre foi meio ogro e isso nunca me incomodou. Para ele, peidar na minha frente era algo normal. Mas eu fui criada para ser uma menina bem-comportada, nunca passou pela minha cabeça fazer o mesmo. Até que um dia estávamos juntos, no maior clima, e me deu uma dor de barriga horrenda. Eu não aguentei e soltei ali mesmo. Achei que ia passar despercebido, mas saiu superalto e fedorento. Meu namorado me olhou e disse: ‘Mas que horror!’. Eu, já toda sem graça, respondi: ‘Ah, mas você peida toda hora, o que é que tem?’. E ele: ‘Tudo bem, mas nunca peidei fazendo essa cara de prazer!’. É óbvio que ele aproveitou a deixa para me sacanear muito. E eu acabei ficando envergonhada não só naquele momento, mas todas as vezes que ele volta ao assunto, até hoje.”
Lorraine de Oliveira, 26 anos, estudante

Adeus, aplique

“Eu conheci o Arthur no Tinder. Eu tinha muita foto na praia e, na descrição, falei que gostava de natureza, então, para o primeiro encontro, ele sugeriu praia. Eu o encontrei lá, bebemos, comemos e fomos entrar na água. Na hora de entrar, quando estávamos de costas, veio uma onda enorme e quebrou na gente com tudo! Quando levantamos do baque, meu megahair estava na água boiando. O Arthur surtou de desespero. Ele achou que eu havia batido a cabeça e que aquilo era meu couro cabeludo flutuando. Ele começou a gritar por socorro. Eu fiquei roxa de vergonha e expliquei que era só um aplique. Um surfista, rindo muito, nadou com a prancha até onde estava ‘meu cabelo’, pegou aquela coisa cheia de tic-tacs e me devolveu. O Arthur ficou tão assustado que precisou sair da água para se acalmar e entender o que havia acontecido. Depois disso, ele ficou encarando meu couro cabeludo por uma semana, perguntando como eu pregava aquilo na minha cabeça”.
Priscila Martins, 24 anos, jornalista

Quem ficou preso foi ele

“Estava rolando um sexo e ele me botou de joelhos e amarrou meus pés, de um jeito que eu não conseguia esticar as pernas. Depois, ele se enfiou debaixo de mim, para me fazer oral. Nenhum de nós estava sóbrio naquele momento. Então, acabei perdendo o equilíbrio e caí para frente. Não conseguia me mexer e ele preso embaixo de mim, sem saber o que fazer também. Demorou quase um minuto para ele começar a desamarrar meus pés e conseguir me virar e sair. Nós dois rimos muito depois e, dali em diante, decidimos fazer essas experiências só quando estivéssemos bem, sem beber. Hoje, ainda estamos juntos e essa é uma daquelas histórias que não dá para esquecer jamais.”
Ariana Pacheco, 23 anos, estudante

Ataque de riso

“Eu tinha uns 18 anos e saía com um rapaz bem mais velho do que eu. Ele era médico e tinha umas manias que, com o tempo, começaram a se acentuar. Ele gostava de posições em que ficasse apenas do lado esquerdo, só fazia sexo na hora do Jornal Nacional, essas coisas. Nós já estávamos saindo há quase um ano e um dia fomos a um motel em outra cidade e, na hora do fogo lá, ele disse: ‘Me bate e me chama de garotão, me arranha e me chama de garotão, sou seu garotão’. E começou a gritar isso como um doido. Eu não aguentei segurar o riso, não parava mais de dar risada. Para quebrar o clima de vez, apareceu um segurança, querendo entender o que estava acontecendo. Foi tão hilário que nem consegui mais sair com ele, mesmo recebendo flores, chocolates, não deu. Até hoje somos amigos e eu só o chamo de garotão, para tirar sarro, mesmo”.
Mariana Esteves, 25 anos, chef

Engasgada com a declaração

“Estávamos há umas três semanas juntos e ele me levou para comer sushi em um restaurante que ele adora. As mesas eram daquelas grudadas na parede, eu fiquei sentada ao lado da parede, não tinha para onde correr. Estávamos conversando e eu coloquei um sushi enorme na minha boca. Estava tentando administrar aquilo quando, do nada, ele soltou um ‘eu te amo’. Eu engoli a seco o sushi e me afoguei, tive que beber um gole de suco para respirar. Na verdade, além de estar passando mal, eu não sabia o que responder. Fiquei tão sem graça que perguntei: ‘Eu preciso falar isso de volta?’. E ele disse que não. Daí, continuamos a conversar, como se nada tivesse acontecido. Passou uma semana até eu conseguir me recompor e me declarar.”
Tayná Soares, 23 anos, jornalista

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