Diversidade

Professora é afastada de escola após mostrar fotos da esposa para alunos

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Stacy Bailey e a esposa Imagem: Instagram

Da Universa

11/05/2018 13h14

Stacy Bailey, 31 anos, é uma professora de artes para estudantes da quarta série no Texas, Estados Unidos. Eleita “Profissional do Ano” duas vezes, desde que começou a lecionar na Charlotte Anderson Elementary School, em 2008, seus últimos meses na instituição tomaram outro rumo quando ela revelou ser lésbica.

Enquanto se apresentava para seus novos alunos, Stacy resolveu adotar um método diferente e criou uma apresentação de slides para mostrar um pouquinho da sua vida, com fotos de sua família e amigos, criando uma conexão com as crianças. No entanto, uma imagem se destacou entre as outras, a que ela aparece fantasiada de “Procurando Nemo” ao lado de Julie Vazquez, sua futura esposa.

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Imagem: Instagram

Segundo o "The New York Times", parte da administração da escola e alguns pais reagiram de forma discriminatória e disseram que “nunca houve um problema com sua orientação sexual até esse momento, quando as ações dela na sala de aula mudaram”, acrescentando ainda que “os professores não devem usar a sala de aula para transmitir crenças pessoais sobre questões políticas”.

Tais declarações foram seguidas ainda da negação, por parte da escola, de qualquer discriminação, acrescentando ser um “ambiente inclusivo e favorável para a equipe LGBT durante décadas”.

Instruída a não comentar publicamente sobre o caso, Stacy atualmente está movendo uma ação contra a instituição com o requerimento de ter seu emprego de volta e ser compensada pelos danos morais.

Jason Smith, advogado da professora, afirmou que sua cliente recebeu o apoio da diretora da escola, embora uma das mães tenha afirmado que ela estivesse promovendo uma “agenda homossexual” na sala de aula.

“Toda a situação é incompreensível. O ponto é que nossa família tem o direito de falar sobre si mesma, assim como qualquer outra família”, disse ela, segundo o advogado.

Recentemente, um professor do estado de Illinois foi repreendido por falar de diversidade nas salas da aula da escola onde trabalha, mas foi apoiado por pais e outros funcionários.

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