Direitos da mulher

Facebook demite funcionário que usava acesso para perseguir mulheres

iStock
Facebook Imagem: iStock

Da Universa, em São Paulo

02/05/2018 16h57

O Facebook demitiu um de seus engenheiros de segurança por uso do acesso privilegiado para perseguir mulheres online. Em comunicado à rede norte-americana NBC News, Alex Stamos, diretor de segurança da companhia, disse que as investigações do caso estão sendo conduzidas em caráter de urgência.

"É importante que as informações das pessoas sejam mantidas seguras e privadas quando elas usam o Facebook", disse ele. "É por isso que temos políticas de controle rígidas e restrições técnicas para que os funcionários acessem apenas os dados que precisem para realizar seu trabalho, como por exemplo, corrigir bugs, gerenciar problemas de atendimento ao cliente ou responder solicitações legais. Os funcionários que abusarem desses controles serão demitidos."

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O caso veio à tona após a consultora de segurança cibernética Jackie Stokes fazer uma denúncia via Twitter: "Fui informada que um engenheiro de segurança atualmente empregado no Facebook provavelmente está usando seu acesso privilegiado para perseguir mulheres online. Eu tenho as conversas do Tinder. O que devo fazer com essa informação?", perguntou ela aos seguidores.

Jackie ainda confirmou que o homem realmente trabalhava na empresa cruzando informações e referências em várias redes sociais. Ela postou o print de uma conversa entre o suposto funcionário e outra pessoa, sua fonte, a quem ela protegeu a identidade. Na troca de mensagens, o engenheiro diz que é um analista de segurança e, mais que isso, seu trabalho é descobrir quem são os hackers na vida real. Ele se auto-intitula um "stalker profissional" e diz que a pessoa com quem conversa é "difícil de encontrar".

No dia seguinte, a consultora agradeceu aos funcionários do Facebook que entraram em contato com ela preocupados com a denúncia, em especial o diretor Alex Stamos, por "lidar habilmente com um problema arriscado em tempos em que palavras e ações importam mais que nunca", escreveu.

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