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6 brincadeiras sexuais que todo casal deveria fazer pelo menos uma vez

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Tirando o relacionamento da rotina e apimentando a vida sexual Imagem: Getty Images

Heloísa Noronha

Colaboação para Universa

05/04/2018 04h00

Levar brincadeiras ao sexo aumenta a cumplicidade e a intimidade entre o casal e torna a convivência --na cama e no dia a dia-- mais leve. Veja 6 sugestões:

1. Cartas e dadinhos eróticos

À venda em sex shops, são baratinhos e servem para quebrar o gelo entre o casal que ainda não experimentou brinquedos eróticos na cama, mas quer fazer algo diferente. Através das cartas e do resultado dos dados, os dois precisam seguir o que foi pedido pelos brinquedos, como experimentar novas posições, beijar lugares inusitados, testar intensidades de carícias até então inéditas etc.

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2. De olhos bem fechados

Enquanto um permanece com os olhos vendados, o outro pode partir para os mais diversos tipos de estímulo: lambidas, sexo oral, géis corporais com efeitos de calor ou frio, massagem com pluma ou gelo etc.

3. Entrando no clima no motel temático

Há opções para todos os gostos de Norte a Sul do país: decorações que remetem ao Egito Antigo, à Arena Corinthians e à lenda dos Cavaleiros da Távola Redonda; suítes com réplicas de iate, avião e trem; ambientes com cachoeiras, mesas de bilhar, equipamentos de ginástica, barras e palcos de pole dance e quartos equipados como o Quarto Vermelho da Dor, do best-seller "Cinquenta Tons de Cinza". O leque é vasto.

4. Jogos de poder

A ideia, aqui, é que um assuma o papel de dominador e o outro de submisso às suas vontades. Além das roupas apropriadas, o casal pode combinar certos castigos eróticos para aquele que não cumprir as regras estabelecidas e usar algemas, chicotinhos, palmatórias e outros brinquedos sexuais para aplicar as penalidades.

5. Brincar de médico

Brincar de médico(a) e paciente --com direito a percorrer cada pedacinho da anatomia do par perguntando se "dói"-- é uma ótima chance não só para se divertirem, mas para um conhecer melhor o corpo um do outro. Também é uma forma de tratar a masturbação de uma maneira mais lúdica e descobrirem, juntos, novos pontos de prazer e como e em que intensidade gostam de se ser estimulados.

6. Desconhecidos

Fingir que não se conhecem e flertarem numa festa, na balada ou até mesmo durante uma visita a uma casa de swing (só para dar uma espiadinha!) faz a imaginação voar longe e permite que ambos sejam e façam coisas diferentes do usual. Como há um distanciamento da realidade, os julgamentos e medos também perdem força --já que não é o par que está ali, e, sim, um personagem, uma representação. Além disso, é uma forma de reacender a chama do início da relação, do frio na barriga da conquista.

FONTES: Carla Geane, terapeuta sexual e palestrante da marca de cosméticos sensuais INTT Cosméticos; Lais Gonçalves, sócia da empresa Santa Sensualidade, de São Paulo (SP); Leila Campos, sexóloga e terapeuta sexual, de Macaé (RJ); Livia Leite, terapeuta sexual e consultora em sexualidade nas áreas de Saúde e Educação; Luciana Vilela, empresária e fundadora do Afrodites, grupo secreto do Facebook para troca de experiências e confissões femininas, e Maísa Pacheco, youtuber, proprietária da sex shop Delírio e Ponto, em São Paulo (SP), e autora do livro “Os bastidores do sex shop” (à venda na própria loja).

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