Sexo

Podia ser com você: histórias sobre comida e sexo que fracassaram

Getty Images
Reação alérgica à chantilly, morango desaparecido... Usar comida no sexo pode dar muito errado Imagem: Getty Images

Marina Oliveira

Colaboração para Universa

12/03/2018 04h00

Em filmes, séries e nas novelas sempre dá certo: no dia em que o casal quer fazer algo diferente no sexo, lambuza o corpo do parceiro e se delicia de prazer. Na vida real... Bem, não é exatamente assim que acontece.

Chantilly ardido

“Quando abri o cardápio no motel, vi escrito: porção de chantilly. Pensei, é isso que vou pedir. Chegou enquanto meu namorado tomava banho. Tirei toda a roupa e coloquei o creme nos seios e na ‘menina’ também. Ele chegou e ficou louco. Devagarinho começou a lamber... Foi aí que começou a dar errado. Senti um ardido, que virou dor, que virou eu me levantando, aos gritos, e pulando pelo quarto, jogando chantilly para todos os lados. Saí correndo para o banheiro e me enfiei no chuveiro, tomando um banho gelado. Foi quando vi que estava ‘assada’ nos lugares em que passei o doce. Ou seja, tive uma reação alérgica ao chantilly. A noite acabou com ele comendo o resto do chantilly que ficou no pote, e eu gemendo de dor.”
Camila, 26, social media

Veja também:

Marshmallow que cola

“Estava deitada na cama, quando o cara chegou no quarto com as mãos para trás. Aí ele me mostrou que era uma nhá-benta [doce feito de merengue ou marshmallow, com uma cobertura fina de chocolate]. Ele mordeu a ponta, veio até mim e passou o marshmallow nos meus mamilos. Começou a lamber. Estava bacana, mas percebi que o doce não saía de lá, por nada. Ele chupava, lambia, chupava de novo e nada. Começou a ficar engraçado. Mas não queria rir, porque via que ele estava se esforçando para tirar aquilo dali. A minha vontade era sacar um lencinho umedecido e acabar com o problema. No fim, ele desistiu e começou a rir. Transamos com meu mamilo melado mesmo.”
Luana, 33, jornalista

Chocolate derretido endurece

“Achamos que era uma boa ideia usar chocolate para diversificar. Compramos aquele em gotas, colocamos no micro-ondas, esperamos esfriar um pouco e fomos usar. Joguei nele. Só que eu não previ que o chocolate endureceria tão rápido. Grudou no pênis, é claro. E no resto do corpo, que ficou um nojo. Não tinha como continuar. O jeito foi ir para o chuveiro tirar tudo e retomar o sexo.”
Caroline, 18, auxiliar em segurança do trabalho

Cuidado com balas na hora do sexo oral

“Querendo esquentar a relação, comprei o famoso Halls preto [bala], para fazer sexo oral no meu atual parceiro. A posição escolhida: ele de pé e eu, de joelho. Tudo indo muito bem, respiração pelo nariz, o cara gemendo... Eis que decido ir para as bolas. Primeira chupada tudo certo. Fui para segunda, a bala desceu para a garganta e ficou entalada. Fiquei paralisada beliscando a perna do boy, que disse ‘me belisca que eu gosto’. Puxei o braço dele, que pensou que era para me pegar pelo cabelo. Quando consegui levantar, ele viu que eu estava engasgada. Ele começou a bater nas minhas costas, mas não deu certo. Foi quando ele fez a manobra de Heimlich, apertando com força meu diafragma, e a bala saiu voando. Quando me recuperei, rimos e fomos dormir.”
Patricia, 24, vendedora

Em busca do morango perdido

“Estávamos em uma noite romântica e surgiu a ideia de usar morango. Aquela brincadeira de passar morango lá, colocar lá e pegar com a boca... Em uma dessas, ficou entalado lá dentro. Ele tentou tirar com a boca. Eu tentei com as mãos, mas não deu certo. Fiz xixi e não funcionou. Não teve como continuar mais a transa. Depois, acho que ele foi derretendo e saiu, porque fiz exames de rotina no mês seguinte e estava tudo bem comigo.”
Talita, 25, assistente administrativo

Brigadeiro, preferência nacional

“Eu e meu namorado sempre fazemos pipoca e brigadeiro para assistir Netflix em casa. Acabou que o clima esquentou e achamos que poderia ser divertido usar o brigadeiro no sexo oral. Mas não foi. Grudou brigadeiro no meu cabelo, sujou o lençol, a gente mesmo ficou grudado. Tivemos de ir tomar banho. Ficamos um bom tempo sem comer o doce.”
Beatriz, 22, estudante

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