Violência contra a mulher

Secretarias cooperam para combater assédio no transporte público em SP

Fabio Braga/Folhapress
As medidas devem prevenir os casos de assédio sexual nos ônibus, trens e metrô Imagem: Fabio Braga/Folhapress

Camila Boehm

da Agência Brasil

09/03/2018 09h14

A secretária municipal de Direitos Humanos e Cidadania de São Paulo, Eloisa Arruda, e o secretário municipal de Mobilidade e Transportes, Sérgio Avelleda, assinaram na tarde desta quinta, 8, um termo de cooperação para combater o assédio sexual no transporte público paulistano.

O convênio vai garantir atendimento psicológico nos Centros de Referência da Mulher para as vítimas de assédio sexual nos transportes, além de ampliar a capacitação de motoristas e cobradores de ônibus municipais para acolher as vítimas dentro do ônibus até a chegada da polícia.

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"Nenhuma mulher tem de aceitar assédio dentro do [transporte] coletivo. Isso é um crime", disse Eloisa Arruda durante a assinatura do convênio.

"É importante que os profissionais de transporte conheçam e saibam como lidar com situações de assédio sexual envolvendo passageiros durante uma viagem. O assédio é crime, agride o direito de ir e vir com tranquilidade e respeito", disse.

Já o secretário Sérgio Avelleda disse que a data da cerimônia, no Dia Internacional da Mulher, foi intencional e destacou que atualmente as mulheres são maioria no uso de ônibus na cidade.

"Queremos criar uma cultura de respeito à mulher dentro do transporte público. Se quisermos um transporte seguro, com qualidade, precisamos abolir essa prática e a denúncia é de extrema importância", disse.

De acordo com as secretarias, esta é uma nova etapa da campanha "Juntos Podemos Parar o Abuso Sexual nos Transportes", lançada em agosto do ano passado, quando houve uma sensibilização junto a empresas, motoristas, cobradores e passageiros sobre a necessidade de combater o abuso sexual nos transportes públicos, além do incentivo para que as mulheres denunciassem as agressões.

Em 2016, houve seis denúncias de abuso sexual nos ônibus municipais da capital paulista. Em 2017, foram 32 denúncias, sendo que 27 delas ocorreram após o início da campanha.

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