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Vai, malandra! Mulheres pegadoras revelam seus truques de conquista

Getty Images
Elas não esperam ser paqueradas e contam como partem para a conquista de quem as interessa Imagem: Getty Images

Carolina Prado

Colaboração para o UOL

01/03/2018 04h00

Elas são especialistas em chegar em quem estão a fim. Conheça mulheres pegadoras e suas dicas para conquistar aquele crush.

Conquista pelo bom humor

“Quando estou a fim de alguém, tento ser divertida, chego dando ‘oi’ e contando piada. Tento descontrair, mas logo deixando claro o que quero. Geralmente, o primeiro contato acontece nas redes sociais, mas já rolou no metrô. Costumo dar umas olhadinhas, se a pessoa olhar do mesmo jeito, já sorrio de volta. Mas respeito o espaço do outro, não forço contatos e observo como está se comportando.”
Beatriz, 19, recepcionista

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“De não em não, acontece um sim”

“Se estou em um bar e alguém me interessa, observo se há um olhar recíproco, se sim, chego e digo ‘oi’. Como nunca me faltou assunto, começo falando de amenidades, para ver se aparece algo em comum, lembrando que as pessoas não querem ouvir, querem ser ouvidas. Então, deixo que a pessoa fale sobre si, sobre o que gosta. De vez em quando, parafraseio algumas falas para mostrar que estou prestando atenção. O grande truque é que não tem truque. Se você está preparada para o ‘não’, ótimo. Meio caminho andado. Mas de não em não, acontece um sim.”
Katia, 40, professora

Um esbarrão e um sorriso

“Quando acho alguém interessante, fico olhando fixo para essa pessoa. Se perceber reciprocidade, chego perguntando se está tudo bem ou passo esbarrando e sorrindo. Nas redes sociais, puxo assunto e demonstro mais interesse do que pessoalmente. Às vezes, vou direto ao ponto, uso alguns memes para alertar o boy sobre o interesse. Tenho uma autoestima boa e isso me ajuda. Não tenho medo de ser rejeitada, não. Se a pessoa recusou, segue o baile.”
Leticia, 23, auxiliar administrativo

Sem inventar personagem

“O lance é se mostrar interessada sem ter vergonha. Tem uma coisa importante que faço que é não me mudar. Vou na balada do jeito que quero, não para agradar ninguém. Não adianta usar uma roupa que não uso, um make que não faço normalmente, ir a lugares muito diferentes e fingir ser o que não sou, porque o cara pode se interessar por alguém que não existe. Com o meu atual namorado, percebi que, enquanto a gente conversava, ele começou a pedir muita bebida de uma vez. Estava tomando era coragem, por isso o chamei para dançar. Na pista, cheguei perto e aí rolou.”
Juliana, 28, jornalista

“Tem mais peixe nesse mar”

“Já passei da fase de ter medo de rejeição. Se ele quer e eu quero, vamos lá. Você precisa largar a vergonha de lado: se tem interesse por alguém, vai para cima. Tenho preferido me relacionar por aplicativos. Acho mais fácil selecionar o estilo que gosto. Procuro quebrar o gelo, fazer a pessoa rir... Acho cantadas bem chatas, comigo mesmo não funciona. Tenho um pouco de medo da rejeição, mas é aquela coisa: o não você já tem. Então, vamos atrás do sim e, caso aconteça um toco, tudo bem, tem mais peixe nesse mar.”
Adriana, 22, publicitária

Combinação de bom papo e piadinhas safadas

“Nunca fui a garota mais bonita do colégio ou da faculdade. Nem da minha rua. Mas sei jogar meu charme, usando humor e inteligência. Os caras que me atraem, geralmente, curtem música e literatura, assim como eu, e uso isso para conquistar. Em balada não dá para conversar muito, então, acho que o olhar e o fato de dançar junto sempre ajudou. Com caras que conheço, sempre puxo assuntos que temos em comum e solto uma piadinha mais safada aqui e ali, despertando a curiosidade deles. Já ganhei namorados assim e, mesmo que não tenha namorado outros, ganhei bons amigos. Claro que já saí com idiotas (quem nunca?) e levei fora, mas isso faz parte da diversão.”
Cibele, 30, relações públicas