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Danielle Winits: "Nunca fui capaz de separar o sexo do amor"

AgNews
Danielle Winits Imagem: AgNews

Carolina Martins

Colaboração com o UOL

20/02/2018 16h04

Uma das mulheres mais desejadas do Brasil, Danielle Winits não se enxerga como o símbolo sexual que sempre representou na tevê e no imaginário do público. E, por isso mesmo, acaba gostando do título.

"Sou tão menino na vida real. Sou tão 'tomboy' (termo em inglês que se refere a meninas com aparência ou comportamento tipicamente atribuído a meninos) que, para mim, é divertido. Para quem me conhece, eu gosto de brincar com o outro lado, sempre”, revelou em entrevista ao UOL nesta segunda, 19, na apresentação de sua coleção de joias, Lovely Moments Collection.

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A atriz, que aos 44 anos se prepara para encarnar uma prostituta no filme "Veneza", de Miguel Falabella, também não transfere os estereótipos da "femme fatale" para seus relacionamentos.

“Nunca fui capaz de separar o sexo do amor. Mas acho que cada um é um, e essa é a beleza do ser humano, cada um ser inteiro naquilo que você é independente de julgamento, do que o outro acha ou o que ele vá vir a achar. Eu nunca consegui. Eu sempre fui muito intensa nos meus relacionamentos. Nunca foi pra mim”.

Casada com o ator André Goncalves desde 2016, ela conta que os dois tiram de letra qualquer especulação sobre o relacionamento. Em dezembro, o ator teria sido visto "em clima íntimo" com uma morena em um bar no Rio, o que despertou rumores de traição. "Uma grande amiga nossa. Demos muita risada e estamos acostumados com isso”, diz.

Ela ainda admite que "todo mundo tem um ciumezinho". Mas Danielle acredita que a maturidade determina que tipo de peso este sentimento assume dentro da relação.

"Minha relação com o André realmente não tem espaço pra isso porque nós temos o mesmo objetivo, nós já temos os nossos filhos, tivemos as nossas histórias e nos encontramos num momento de maturidade. Na nossa relação, não deixamos que o ciúme se instale porque é uma erva daninha".

E quando o assunto é a criação dos filhos, Guy e Noah, frutos de seus relacionamentos com Jônatas Faro e Cássio Reis, Danielle revela preocupação frente questões importantes como o assédio.

"Acredito no equilíbrio, no meio termo, [onde] não existe o assédio, existe a mulher que pode ser também cortejada, assim como o homem pode ser. Espero que a minha geração possa ver alguma mudança. Quero poder ajudar nessa evolução deles se tornarem homens com h maiúsculo e que não andem na frente ou atrás das mulheres mas ao lado delas. Caminhando juntos, lado a lado. Essa que é a minha missão”.