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Cenas famosas de sexo e paixão que foram um perrengue atrás das câmeras

Heloísa Noronha

Colaboração para o UOL

17/01/2018 04h00

O cinema é uma fonte de inspiração quando se trata de sexo. De posições mirabolantes a beijos apaixonados e trocas de carícias ardentes, algumas sequências ficaram na memória do público.

O que poucos sabem é que algumas cenas foram bem tensas e difíceis de serem feitas. Confira exemplos a seguir.

“Quanto Mais Quente Melhor” (1959)

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Imagem: Divulgação

Considerada uma das melhores comédias de todos os tempos, o filme foi um verdadeiro suplício para o ator Tony Curtis (1925-2010). Embora já conhecesse Marilyn Monroe (1926-1962), seu par romântico, ele chegou a dizer que a experiência “foi como beijar o Hitler”. Distraída, Marilyn não conseguia decorar falas. Com a repetição infinita das tomadas, ela detonava o humor da equipe e do elenco. Em suas memórias, Curtis revelou que a estrela quase o matou na cena do beijo no iate, por ter colocado a língua na traqueia dela. “Foi horrível”, resumiu o trabalho.

“Dirty Dancing” (1987)

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O clássico da “Sessão da Tarde”, que completou 30 anos em 2017, até hoje arranca suspiros de fãs saudosistas e recentes. Só que a química entre Patrick Swayze (1952-2009) e Jennifer Grey foi extraída praticamente a fórceps. Os dois já haviam contracenado em “Amanhecer Violento” (1984), e a experiência não fora nada boa para ela. Durante as filmagens de “Dirty Dancing”, porém, foi o ator quem ficou de saco cheio da moça. Ele a considerava chatinha, mimada e chorona, mas o que mais o aborrecia era ter de refazer as cenas infinitas vezes por causa da imaturidade de Jennifer.

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“Invasão de Privacidade” (1993)

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Provavelmente ciente de que dificilmente repetiria o sucesso de “Instinto Selvagem” (1992), já que um dos motivos era que, embora bonito, William Baldwin não tinha o sex appeal de Michael Douglas, Sharon Stone resolveu infernizar a vida do colega no set. Nos bastidores, a atriz demonstrava desprezo por Baldwin e adorava zombar dele. Fofocas de Hollywood indicam que, em uma cena de beijo, ela mordeu a língua do ator tão forte que ele teria ficado sem falar por uma semana.

“Diário de uma Paixão” (2004)

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O beijo apaixonado na chuva entre Ryan Gosling e Rachel McAdams é de mexer com as emoções de qualquer um que se dispõe a ver a versão para a telona do livro água-com-açúcar de Nicholas Sparks. Porém, a dupla se odiou desde o momento em que pisou no set –o beijaço foi um sacrifício para ambos. Logo no início do trabalho, Gosling pediu ao diretor Nick Cassavetes que substituísse Rachel por outra atriz. Discussões aos gritos entre os dois eram comuns nos bastidores. Talvez tanta antipatia à vista de todos escondesse outros sentimentos, já que os dois chegaram a namorar tempos depois.

“Cisne Negro” (2010)

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A sequência da fantasia sexual envolvendo Nina (Natalie Portman) e Lilly (Mila Kunis) já é uma das cenas lésbicas lendárias. Para se sentir mais à vontade durante as filmagens, ao ler o roteiro, a própria Natalie sugeriu que a amiga Mila interpretasse a personagem. Ao fim das gravações, entretanto, Natalie admitiu que foi tudo “muito estranho” e que teria sido bem melhor se tivesse de transar com uma desconhecida.

“Ninfomaníaca – Volumes 1 e 2” (2013)

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Para viver a viciada em sexo Joe, a atriz Charlotte Gainsbourg enfrentou poucas e boas no set. Segundo ela, as cenas das transas nem foram as mais tensas. Complicado mesmo foi encarar as sequências de masoquismo. Charlotte precisou usar uma prótese vaginal, que a impedia de fazer xixi durante horas. E todo dia, durante duas horas, tinha de lidar com alguém trabalhando “lá embaixo”, para disfarçar sua verdadeira vagina.

“Azul É a Cor Mais Quente” (2013)

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Intérprete de Emma, a francesa Léa Seydoux chegou a afirmar que se sentiu como uma prostituta no set ao precisar fingir orgasmos durante seis horas seguidas para protagonizar cenas de sexo explícito. Sua colega e parceira romântica no filme, Adèle Exarchopoulos, também acusou o diretor Abdellatif Kechiche de maus tratos e abuso. Ele se defendeu, alegando que fez tudo o que fez “pela arte”.

“Cinquenta Tons de Cinza” (2015)

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Tanto nas páginas da trilogia quanto nas cenas de cinema, as passagens explícitas de “Cinquenta Tons” provocaram a curiosidade de muita gente sobre o universo sadomasoquista. No entanto, Dakota Johnson e Jamie Dorman não viram nada de sexy em filmar as sequências picantes entre Anastasia Steele e Christian Grey. Em entrevistas, a atriz revelou ter sentido dor em várias filmagens –como as que envolviam bondage (amarração) e chicotes. Dakota, segundo consta, encerrava o expediente suada, dolorida e exausta.

“O Garoto da Casa ao Lado” (2015)

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Habituada a performances irretocáveis no palco, Jennifer Lopez penou um bocado para dar vida à professora gostosona Claire. Durante uma cena picante com o vizinho adolescente Noah, papel do ator Ryan Guzman, ela bateu a cabeça e se machucou para valer.

“A Lei da Noite” (2016)

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Muito amiga de Ben Affleck, Sienna Miller revelou em entrevista ao site E! que não foi nada fácil fazer cenas quentes com o ator para o filme, uma história de gângsteres nos anos 1920. No longa, os dois transam em diversos lugares e posições: no quarto, em um bar, no carro etc. A atriz contou que chegou a deixar o set tremendo e aos prantos, após filmar várias sequências de sexo com Affleck ao longo de nove horas de trabalho. O motivo foi o cansaço físico e emocional, pois algumas tomadas tiveram de ser feitas várias vezes, sem cortes.

“Passageiros” (2016)

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Apesar dos diversos trabalhos de prestígio, até encarar as filmagens do longa-metragem de Morten Tyldum, a atriz Jennifer Lawrence nunca tinha protagonizado uma cena de sexo. Para filmar as sequências picantes com Chris Pratt, ela revela que precisou ficar muito bêbada. Só que o álcool teve efeito rebote. Ao chegar em casa, Jennifer sofreu com uma ressaca moral, sentindo-se culpada por “ter beijado um homem casado” (Pratt ainda era o marido de Anna Farris, na época), ainda que “de mentira”.

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