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Fantasias sexuais fazem um bem danado a qualquer relação; veja 5 vantagens

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Fantasias sexuais fazem um bem danado para qualquer relação; a gente prova Imagem: Getty Images

Heloísa Noronha

Colaboração para o UOL

25/12/2017 04h00

Tê-las é normal, saudável e eleva a intimidade do casal a outro nível. E mesmo que fiquem somente no plano da imaginação, conferem benefícios ao relacionamento. Confira cinco vantagens:

1. Aumentam a cumplicidade

É fato: casais que compartilham suas fantasias aumentam a chance de serem mais parceiros. Abrir o jogo sobre o que desejam na cama e o que podem fazer para realizar suas vontades potencializa a cumplicidade. E não só isso: dá asas à criatividade, algo necessário para manter a libido sempre em alta. Homens e mulheres que se dispõem a realizar suas fantasias têm um diálogo de qualidade que nutre o relacionamento e que permite ao par experimentar coisas novas.

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2. Tiram o sexo do lugar do comum

Quando se tem fantasias o sexo sempre tende a ser mais quente, já que elas fazem a mente viajar por memórias de vivências eróticas, reais ou imaginárias. A fantasia tem o poder de quebrar a monotonia do cotidiano, tornar as transas mais lúdicas e até de reacender a paixão inicial entre o casal, principalmente nos relacionamentos de longa data.

3. Satisfazem vontades sem precisar colocar de fato algo em prática

Uma das principais vantagens de cultivar as fantasias sexuais é que elas não precisam, necessariamente, de materialização para tornar qualquer transa mais excitante. E algumas podem ser vivenciadas num plano particular, sem prejudicar o acordo de fidelidade entre o casal. Como? Fechando os olhos e imaginando que está na cama com a Anitta ou o Tom Hiddleston, por exemplo. Ou ainda divagar sobre algum cenário mais estimulante do que o próprio quarto, com pessoas observando. A fantasia tem o poder de nos transportar para um mundo imaginário onde tudo é prazer e emoção, sendo que a satisfação pode se perpetuar no plano da realidade.

4. Incentivam a imaginação

Principalmente quando a brincadeira escolhida é o Roleplay: o casal se dispõe a interpretar personagens e forjar situações que podem ser bastante excitantes para o momento. Exemplos? Um encarnar o médico e o outro bancar o paciente, um ser um professor e o outro o aluno, um assumir a função de dominar e o outro, de obedecer as ordens... Roleplay é fazer um teatrinho para dar ainda mais prazer na transa, com a possibilidade de usar roupas específicas ou brinquedos eróticos que tenham a ver com o tema. E mesmo se o resultado surgir na forma de risadas, isso já estará fazendo um bem enorme à relação.

5. Promovem o autoconhecimento e o diálogo

A partir do momento em que um casal conversa a respeito de suas fantasias, podem discutir se querem ou não colocá-las em prática ou se podem realizá-las de alguma forma que satisfaça a ambos. Quem sonha em saber como funciona uma troca de casais, por exemplo, pode ir com o par à uma casa de swing e lá matar a curiosidade. Ao ver outras pessoas em ação, o casal pode se curtir sozinho, sem ter a necessidade de se envolver com mais gente Lá, têm a chance de conversar e escolher o que querem, de fato, e o que podem ou não realizar.
 

Fontes: Leila Campos, sexóloga e terapeuta sexual, de Macaé (RJ); Priscila Junqueira, psicóloga especialista em Sexologia pela FMUSP (Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo) e autora do ebook “Sua sexualidade”, e Ricardo Desidério da Silva, pedadogo, docente do mestrado em Educação Sexual da Unesp - Campus Araraquara (Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho) e sexólogo do programa “Ver mais”, da Rede Record Paraná

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