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A semana: o clipe de Anitta, a prisão de Maluf e 128 países contra Trump

Adriana Nogueira

Do UOL

24/12/2017 04h00

Os acontecimentos, as pessoas e as iniciativas que fizeram barulho nesta semana, impactando a vida e o olhar das mulheres.

"Vai Malandra" é acerto e erro de Anitta

Divulgação
Imagem: Divulgação

Anitta divulgou, na segunda-feira (18), o clipe da música "Vai Malandra". A produção é uma volta às origens da cantora. Na gravação, feita no Morro do Vidigal, a artista vinda da periferia mostra o bronze na laje, os bailes, o mototáxi e a alegria da favela cariosa. Além do batidão de começo de carreira, outro ponto alto é que Anita põe o próprio bumbum para jogo, com estrias e celulites à mostra. O erro fica por conta do homem por trás da produção de forte impacto visual, Terry Richardson. Em 2014, o americano foi acusado por uma modelo de abuso sexual. Depois da fala dela, várias outras abriram a boca para relatar crimes do mesmo tipo. História igualzinha à do produtor Harvey Weinstein.

O dia em que Maluf foi preso

Tiago Queiroz/Estadão Conteúdo
Imagem: Tiago Queiroz/Estadão Conteúdo

O deputado federal Paulo Maluf (PP-SP) se entregou, na quarta-feira (20), à Polícia Federal. A atitude foi para acatar decisão do ministro Edson Fachin, do STF (Supremo Tribunal Federal), que determinou que o político comece a cumprir pena em regime fechado. A condenação de Maluf é emblemática porque os desvios em obras públicas que originaram o processo aconteceram há mais de 20 anos. Na quinta (21), a ministra Cármen Lúcia negou recurso feito pela defesa do deputado, para que ele fosse solto.

O não impeachment no Peru

O Congresso peruano decidiu, na sexta-feira (22), após mais de 14 horas de debate, manter o presidente do Peru, Pedro Pablo Kuczynski no cargo. O pedido foi encabeçado pelos fujimoristas (Força Popular) --com apoio de partidos de centro-esquerda e esquerda-- foi motivado pelo suposto envolvimento de Kuczynski no esquema de subornos da construtora brasileira Odebrecht, por meio de sua empresa, a Westfield.

Os 80 anos de Jane Fonda

Frazer Harrison/Getty Images
Imagem: Frazer Harrison/Getty Images

A atriz americana completou, na quinta-feira (21), oito décadas de uma vida marcada pelo sobrenome (o pai foi o ator Henry Fonda) e pelo ativismo dos direitos civis. "Sinto que estou apenas começando", falou Jane, em setembro, no Festival de Cinema de Veneza, ao receber o Leão de Ouro por ser "uma das maiores protagonistas da indústria cinematográfica internacional" e por sua "incessante capacidade de se reinventar".

A libertação de Marcelo Odebrecht

AFP PHOTO / Miguel SCHINCARIOL
Imagem: AFP PHOTO / Miguel SCHINCARIOL

Depois de dois anos e seis meses, o empresário Marcelo Odebrecht, herdeiro do grupo que leva seu sobrenome, deixou a prisão em Curitiba (PR). Ele tem mais dois anos e meio para cumprir em regime domiciliar. Nesse período só terá direito a sair duas vezes, para a formatura no ensino superior de uma das filhas. Em sua casa, no Morumbi, zona oeste de São Paulo, ele, que está usando uma tornozeleira eletrônica, poderá receber visitas de apenas 15 pessoas (nomes que terão de ser submetidos previamente à Justiça e submetidos ao Ministério Público).

128 países contra Trump

Spencer Platt/Getty Images/AFP... - Veja mais em https://noticias.uol.com.br/internacional/ultimas-noticias/2017/12/21/128-paises-desafiam-trump-e-votam-a-favor-de-resolucao-da-onu-sobre-jerusalem.htm?cmpid=copiaecola
Votação na ONU sobre a declaração dos EUA de reconhecer Jerusalém como capital de Israel Imagem: Spencer Platt/Getty Images/AFP... - Veja mais em https://noticias.uol.com.br/internacional/ultimas-noticias/2017/12/21/128-paises-desafiam-trump-e-votam-a-favor-de-resolucao-da-onu-sobre-jerusalem.htm?cmpid=copiaecola

A Assembleia Geral da ONU adotou, na quinta-feira (21), uma resolução condenando o reconhecimento por Washington de Jerusalém como a capital de Israel. A resolução foi aprovada por 128 países. As nações pedem que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, volte atrás da decisão de reconhecer Jerusalém como a capital de Israel.

Conta de luz vai variar

A partir de janeiro, o preço da energia elétrica vai variar de acordo com a hora do dia. Por exemplo, no começo da noite, quando o consumo costuma ser maior, será mais cara do que na hora do almoço. Essa é a chamada tarifa branca. Ela não é obrigatória: os consumidores podem decidir se querem a mudança ou se preferem continuar como estão hoje. A mudança acontecerá aos poucos. Primeiro, poderão mudar as casas que têm consumo alto e pequenos comércios e indústrias. Para a maioria das famílias, a tarifa branca só será oferecida a partir de 2020.

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