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Ter um melhor amigo de infância é bom para a saúde, diz estudo

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A ciência afirma que manter boas amizades ao longo da vida pode fazer bem à saúde Imagem: Getty Images

do UOL, em São Paulo

18/12/2017 11h38

Os laços que mantemos com as amizades, desde a infância, podem influenciar no desenvolvimento do nosso organismo.

A conclusão é do estudo "Força das Amizades Próximas e Maior Desejabilidade pelo Grupo de Colegas como Fatores Diferenciais da Saúde Mental Adulta", publicado pela Universidade da Virgínia, nos EUA.

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Depois de ouvir 169 jovens de diferentes etnias e condições socioeconômicas sobre seus melhores amigos em três faixas etárias — aos 15, 16 e 25 anos —, os pesquisadores concluíram que aqueles que mantinham, aos 25, laços mais fortes com amigos de infância sofriam de menos sintomas de ansiedade e depressão e tinham maior autoestima.

"Não ficamos surpresos que amizades antigas se tornaram significativas, mas sim pela maneira como elas ficaram importantes quando adulto", explicou Rachel Narr, autora da pesquisa e doutoranda na universidade.

No entanto, um círculo grande de amigos não é necessariamente melhor, pelo contrário: ele pode ser fonte de maior ansiedade para o adulto. "Ser popular é considerado legal no ensino médio, mas, aos 25, isso não faz de você um líder", disse. Ou seja, relações de maior qualidade com um grupo pequeno de pessoas próximas podem ajudar a formar pessoas mais felizes e tranquilas.

"A frase 'se sentir sozinho em uma multidão' é o que vem à mente quando pensamos nestas pessoas [populares] e na alta ansiedade social [que experimentam] mais tarde", conclui a pesquisadora. Poucos e bons, este é o caminho que a ciência indica para amizades saudáveis.

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