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6 Conversas para nunca ter pelo e-mail de trabalho

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Abrindo mão do e-mail Imagem: iStock

Veridiana Mercatelli

Colaboração para o UOL

12/12/2017 04h00

A vida moderna empurra a gente para a tecnologia e é natural tentar resolver tudo da maneira mais prática possível, ou seja, por e-mail ou mensagem de texto. Acontece que, alguns assuntos de trabalho precisam ser tratados de maneira mais pessoal. Veja quais são eles.

Assuntos confidenciais

O que está escrito, está registrado. E há boas chances de um assunto sigiloso cair em mãos erradas se estiver em um e-mail ou aplicativo de mensagens. “O e-mail corporativo deve ser utilizado exclusivamente para assuntos de trabalho e, mesmo assim, com cautela e reservas. Decisões que ainda não podem ser divulgadas devem ser tratadas diretamente com os envolvidos”, conta Sueli Fonseca, coordenadora de recrutamento e seleção da Fundação Mudes.

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Pedir aumento

Dá para pedir uma reuniãozinha com o chefe por e-mail, mas nunca mandar um pedido de aumento por escrito. “Somente durante a conversa exponha seu desejo de continuar progredindo na carreira e, consequentemente, recebendo algum tipo de promoção. Tenha argumentos sólidos que comprovem o que você faz de bom pela empresa e como vem evoluindo desde sua contratação ou última promoção. Importante começar enfatizando a alegria e gratidão por trabalhar ali e, justamente por isso, deseja continuar crescendo na carreira nesta empresa”, explica o mentor profissional Marcelo Simonato.

Demanda extra de trabalho

Seu chefe mandou um e-mail quase na sua hora de dormir e você está morrendo de vontade de responder que ele deveria ter uma vida e te deixar em paz? Respire fundo (e tente parar de ler e-mails antes de dormir). Se você acha que a demanda de trabalho está muito maior que a combinada, converse primeiro com o seu superior hierárquico, em particular, de forma clara e com bons argumentos. “Apresente pelo menos uma proposta de formato para melhorar o desempenho da equipe”, sugere Sueli Fonseca, coordenadora de recrutamento e seleção da Fundação Mudes.

Pedir folga

Se está sem jeito de pedir um dia de folga para o chefe e acha que é mais fácil mandar um e-mail, é bom saber que isso pode queimar seu filme. A não ser que ele peça que você escreva, para tornar o pedido em documento, vá falar pessoalmente. “Toda conversa com nosso chefe deve ser da forma mais transparente possível. Não invente nenhuma história, mesmo que a ausência seja para ver a formatura do seu filho na escolinha. Se para você é importante, então procure seu chefe e conte a ele”, indica Marcelo. E ele completa: “Nunca leve um problema ao chefe sem ao menos uma sugestão de solução. Ou seja, se vai se ausentar, como fica o seu trabalho? Quem vai te cobrir na ausência?”.

Pedir ou dar feedback

Ouvir que a gente não cumpriu bem nosso papel pode ser desagradável. Mas o feedback é necessário e deve, principalmente, ser tratado pessoalmente. Você até pode marcar uma reunião com o chefe ou um subordinado por e-mail, mas é melhor que este o retorno seja feito por meio de uma conversa. “O feedback de desempenho é um momento importantíssimo e deve ser tratado de maneira formal. É um direito do funcionário e um momento rico de troca de informações, correção de desvios de interpretação e de ajustes de ambas as partes. As partes têm que estar disponíveis para aumentar a assertividade, visando o crescimento individual e coletivo”, conta Sueli.

Avisar que está doente

Ninguém consegue prever quando isso acontece, então, melhor ligar para o chefe ou mesmo para o RH, até para que eles possam ajustar o esquema de trabalho sem você. Fuja do Whatsapp, que pode soar como descaso. “A melhor forma é passar no médico e apresentar um atestado ao setor de Recursos Humanos”, conta Elizama Belém, coach pessoal e profissional, e presidente fundadora do Instituto Emet- Instituto de Desenvolvimento Humano.
 

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