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Taís Araújo discute racismo e machismo: "Esses problemas são de todos"

Luís Crispino/Divulgação
Taís Araújo para a Claudia de dezembro Imagem: Luís Crispino/Divulgação

do UOL, em São Paulo

01/12/2017 16h19

Defensora dos direitos das mulheres nomeada pela ONU Mulheres e uma das 100 personalidades negras mais influentes do mundo, Taís Araújo parece hoje entender as proporções da função social que exerce e o poder de sua voz como figura pública. E ela continua tomando para si a responsabilidade de discutir as desigualdades da nossa sociedade.

"Minha missão é fazer essa mensagem chegar ao maior número de pessoas, incluindo os candidatos a cargos eletivos. Mas o começo é na minha casa, na criação dos meus filhos", disse a estrela de capa da revista "Claudia" de dezembro.

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À publicação, a atriz falou sobre como encara este papel. "A gente discutia no programa [Saia Justa, do GNT] as pautas que estavam em alta. Eram sempre temas que causavam alguma reflexão na população. Comecei a me questionar sobre o tipo de atriz que eu queria ser. E entendi que, da mesma maneira que meu trabalho me alimenta, também dá espaço e voz para me manifestar sobre o que acho importante e mais urgente”.

Para ela, este período de questionamentos — tanto de ordem econômica, quanto de valores — traz ensinamentos e oportunidades importantes. "Achava que para alcançar a situação ideal era preciso muitas gerações, mas aprendi que em 12 anos, ou três mandatos do poder Executivo, existe a possibilidade real de reverter a crônica situação atual". 

Taís acredita que, para virar o jogo e acabar com preconceitos e desigualdades, é preciso que cada um se mobilize para se transformar internamente. "Esses problemas são de todos. E só vão ser resolvidos quando entendermos que o outro é uma extensão da gente. Precisamos olhar para ele com afeto. As nossas ações nessa direção podem mudar o mundo”, diz.

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