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Quer viajar de avião com seu bebê como Thais Fersoza e Teló? Veja cuidados

Reprodução/Instagram
Michel Teló e Thais Fersoza com a filha, Melinda, viajando para Curitiba Imagem: Reprodução/Instagram

Adriana Nogueira

Do UOL

01/03/2017 14h50

Pais de Melinda, Thais Fersoza e Michel Teló têm o costume de viajar de avião com a bebê de quase sete meses (a menina nasceu em 2 de agosto de 2016) pelo Brasil e pelo exterior. Como nem todo pai e mãe está familiarizado com esse meio de transporte como a atriz e o cantor, o UOL traz as recomendações endossadas pelo Departamento de Segurança da SBP (Sociedade Brasileira de Pediatria).

Assento individual

O primeiro e mais importante é reservar para o filho um assento próprio. Em geral, isso significa pagar uma passagem integral para a criança, embora algumas companhias pratiquem preços especiais para quem tem menos de 12 anos.

Uma alternativa a pagar o valor cheio é fazer contato prévio com a companhia aérea e perguntar sobre a política de uso de assentos não ocupados e verificar a possibilidade de instalar o assento de segurança da criança em um desses.

Cadeirinha ou bebê conforto?

O segundo cuidado é a escolha do assento de segurança adequado. Segundo a SBP, a escolha tem de ser pautada pela idade em associação com o peso do bebê. Trata-se da mesma orientação para percursos de carro.

Bebês menores de um ano e com menos de 10 kg devem viajar em um bebê conforto voltado para trás. Crianças entre 10 kg e 20 kg devem ir em um assento de segurança voltado para a frente. As com mais de 20 kg, em torno de cinco anos, podem usar o cinto de segurança regular da aeronave.

Além de respeitar as indicações de idade e peso, a Sociedade recomenda que os adultos procurem comprar bebês conforto ou cadeirinhas com selo indicativo de aprovado para uso em automóvel e avião.

Como no Brasil não há regulamentação sobre o transporte aéreo de crianças, ainda há companhias que, mesmo que os pais paguem um bilhete especial o filho menor de dois viajar no próprio assento, obrigam um adulto a manter a criança no colo durante a decolagem e o pouso. Prática condenada pela SBP.

De acordo com a entidade, há evidências científicas que, em um desastre aéreo, o risco de traumatismo grave e morte de crianças conduzidas no colo chega a ser dez vezes maior do que o de um passageiro com cinto de segurança.

Pressão no ouvido

Assim como os adultos, os bebês também sentem pressão nos ouvidos durante a subida e a descida dos aviões, por causa da expansão dos gases com a mudança de altitude da aeronave.

Segundo a Cartilha de Medicina Aeroespacial, deixar a criança sugar pode trazer alívio para o bebê, seja amamentando, dando mamadeira ou chupeta.

Há médicos que defendem que o bebê irá instintivamente bocejar, para se sentir mais confortável.

Outra solução, de acordo com o documento, é que a criança tome água na hora da mudança de altitude. A cartilha ainda orienta que os pais só viagem com o bebê depois da primeira semana de vida.

Se a criança estiver com o nariz entupido, é bom levar um descongestionante nasal prescrito pelo pediatra na bolsa de mão. Nesse caso, como acontece com os adultos, o sofrimento é muito maior. O medicamento deve ser aplicado 30 minutos antes do pouso.

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