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Forrações: saiba mais sobre essas plantas delicadas e aprenda a cultivar e cuidar

Divulgação
Maranta bicolor (maranta bicolor) e Maranta leuconeura (barriga de sapo) - muitousada para jardins internos Imagem: Divulgação

Simone Sayegh

Do UOL, em São Paulo

04/08/2012 10h30

Sabe aquelas plantas de pouca altura que forram grandes espaços de terra no jardim? Elas formam um tipo de cobertura vegetal comumente chamado de forração e que nos remete a um verde e extenso gramado. No entanto, o termo forração é mais utilizado para designar espécies que não são resistentes ao pisoteio e muitos paisagistas e jardineiros não incluem os gramados nessa categoria.

De acordo com a paisagista Heloiza Rodrigues, da empresa A Prima Plantarum, são chamadas de forrações todas as espécies ornamentais que têm como objetivo cobrir toda a terra de um canteiro, de um vaso, ou de uma área extensa do jardim, funcionando como um verdadeiro tapete vivo.

Já para o paisagista Paulo Cezar Heib, autor do blog Flores e Plantas, se a mesma espécie aplicada como forração em um jardim for usada em um vaso ou canteiro, deixa de ser assim designada: “basicamente, o termo está associado à planta que cobre diretamente o chão”, explica.

Como não podem ser pisoteadas, essas espécies são ideais para serem plantadas ao redor de árvores e sob pequenos bosques sombreados, já que possuem uma altura relativamente baixa, de cerca de 30 cm.

As forrações também protegem o solo de barrancos e taludes das erosões provocadas pelas chuvas e agem contra o ressecamento causado pelo calor. Além disso, auxiliam a absorção da água pluvial de maneira a evitar que o excesso se acumule no terreno.

“Elas complementam o projeto paisagístico, acrescentam cor e textura ao espaço e são melhor opção [para a manutenção do espaço drenável do solo] do que pisos impermeáveis ou pedriscos soltos, que tendem a  aumentar a irradiação do calor e a temperatura do local”, esclarece Heib.

Assim como a maior parte das plantas, as forrações podem ser divididas em opções a pleno sol e outras que se adaptam para a cobertura de locais sombreados, onde dificilmente um gramado comum se desenvolveria. “Essas espécies apreciam a luz indireta, filtrada, e se desenvolvem muito bem sob as árvores”, diz Rodrigues.

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