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Moda

Juliana Jabour testa alfaiataria, mas investe na malha, no blusê, no balonê e no bufante

Alexandre Schneider/UOL
Tomara-que-caia com efeito blusê foi um dos bons momentos do desfile de Juliana Jabour Imagem: Alexandre Schneider/UOL

CAROLINA VASONE<br>Enviada especial ao Rio de Janeiro

09/01/2008 18h52

Antes mesmo do balonê e do bufante em vestidos de malha entrarem na moda, é verdade, Juliana Jabour já criava seus modelitos, acrescentando talvez sua principal marca-registrada em modelagem; a do efeito blusê (blusa bufante presa na cintura ou no quadril, deixando cair a saia). Foram estes vestidos, curtinhos, soltinhos e em malha os responsáveis pelo sucesso entre a clientela de garotas bem nascidas e vaidosas.

Tavez por isso, em sua segunda tentativa de sair um pouco da fórmula que encontrou (a primeira foi na edição passada, para o verão), o ensaio tenha acontecido em algumas calças e shorts de alfaiataria cinza, e vestidos de babados, chemises, além de uma ou outra blusa em tecido plano, mas sempre voltando o foco para as malhas, os vestidos curtos, o blusê, o balonê, o bufante.

Embora às vezes repetitivos, os vestidos funcionam, caem bem em festas, com salto alto, à tarde, com rasteirinha, curtíssimos, absolvidos da vulgaridade pela modelagem ampla. A cartela de cores traz o cinza invernal, o amarelo, a estampa de cubos fazendo alusão ao cubo mágico (a referência da coleção eram os anos 80). Experimentações interessantes acontecem em algumas peças, como o casaco cinza de moletinho, com franzidos e o vestido tomara-que-caia vinho, formando um blusê superbufante, com espécies de drapeados formados na frente pelo tecido torcido que desenhava como que pequenas rosas na altura do busto.

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