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Mulheres protagonizam um mundo em evolução

Advogada militante decide tentar vaga na Assembleia

Reprodução/Twitter
Imagem: Reprodução/Twitter

José Maria Tomazela

Sorocaba

17/08/2018 18h29

Depois de mais de 20 anos militando na área social, em defesa dos direitos da mulher, e cobrando dos políticos mais atenção para a saúde feminina, a advogada Adiene Brenga, de Sorocaba, interior de São Paulo, decidiu passar para o outro lado.

Ela vai estrear na política partidária como candidata a uma cadeira na Assembleia Legislativa pelo PMN. "Esse tempo todo a gente quase só ouviu críticas aos políticos, mas aí me perguntei: se posso fazer alguma coisa, por que não faço? Então me filiei ao partido", disse Adiene, de 50 anos. "As mulheres têm dupla ou tripla jornada, precisam dividir o tempo com a família e o trabalho, e acabam ficando com medo de entrar na política."

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Professora e advogada, Maria Lúcia Amary, de 67 anos, tenta nesta eleição seu quinto mandato como deputada estadual pelo PSDB, mas ainda vê a política dominada pelos homens.

Já são 23 anos no meio, desde que assumiu a presidência do PSDB de Sorocaba, em 1995 - a primeira mulher a dirigir um partido na cidade - e ela ainda se queixa do tratamento desigual.

"Muitos partidos não apoiam as candidaturas femininas. Sempre foi extremamente difícil captar recursos para candidaturas de mulheres, que têm preocupação em participar da política por ser um meio ainda predominado por homens. Sem falar que as mulheres se preocupam mais com a exposição da família", disse. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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