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Quarto errado e conhecidos na fila: os micos de motel de 6 mulheres

Getty Images
Imagem: Getty Images

Beatriz Santos

Colaboração para Universa

23/09/2018 04h00

Elas só queriam ter uma boa noitada com o boy no motel, mas se colocaram em situações constrangedoras e nada excitantes. Conheças as histórias destas seis mulheres:

Invasão de quarto

"Cheguei no motel com o meu namorado, pedimos um quarto e a recepcionista falou para esperarmos na garagem do quarto 3, que estava terminando de ser limpo. Entramos com o carro na vaga e começamos a transar ali mesmo. Ficamos numa posição eu dentro do carro, no banco de trás, e meu namorado do lado de fora, em pé. Nisso, aparece um cara no alto da escada para o apartamento e grita: 'Quem tá aí?'. Meu namorado, com a calça arriada do lado de fora, percebeu o que tínhamos feito e respondeu 'opa, desculpe, quarto errado!'. O nosso quarto era o 6 e não o 3. Ele subiu a calça correndo e abriu a garagem. Demos de cara com uma camareira, que estava atrás da gente depois de uma reclamação de invasão de quarto. quando saímos, percebi que a menina da recepção quis rir, ao pegar nossa chave." Raquel, 27, radiologista

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Encontro na fila

"Quando eu tinha uns 20 anos, eu e meu namorado gostávamos de pegar pernoite no motel. Então, eu saía da escola às 23h, encontrava com ele e ficávamos numa pracinha, até dar 23h, quando entrávamos para passar a noite. Não tínhamos carro, íamos a pé, mesmo. Fizemos isso aquele dia, estávamos a pé, na fila de carro esperando nossa vez. Olhamos para trás e adivinha? Tinha um conhecido dentro do carro de trás. E ele não foi discreto, começou a buzinar e sorrir para gente. Quase morri do coração, mas, para não perder a dignidade, dei um tchauzinho, olhei para frente e continuamos esperando, humilhados e a pé, chegar a nossa vez." Dália, 31, pedagoga

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Ilhados no quarto

"Eu tinha um peguete no trabalho e, naquele dia, fomos fazer um evento juntos em Taubaté (SP). Na volta, cansados, decidimos pernoitar em um motel. Chegamos no quarto e ele ligou a banheira para usarmos. Enquanto enchia, tomamos banho no chuveiro (que era numa área separada), ele fez a barba e fomos para a cama. Namoramos e apagamos. Era de manhã quando acordei com um barulho de rodo. Olhei ao meu redor e estávamos no meio de um quarto completamente alagado. A banheira passou a noite inteira ligada! Já tinha uma funcionária, na garagem, tentando conter a água. Nossa roupa, que estava no chão, ficou completamente encharcada. Tivemos que pagar mais uma diária e passar o dia no motel, porque não tínhamos roupa para ir embora, elas precisavam secar. Ficamos lá até à noite." Fabiana, 28, produtora de eventos

Da cama para a maca

"Já era de manhã e eu estava no banheiro, escovando os dentes, para irmos embora do motel. Olhei para o chão e vi que tinha um saquinho plástico de toalha. Quis chutar, para tirar da frente, mas escorreguei e caí deitada no chão. Comecei a rir, mas também a me sentir mal, parecia que ia desmaiar. Chamei meu namorado e ele viu que estava formando uma pocinha de sangue embaixo da minha cabeça. Eu estava ferida no chão do banheiro do motel. Ele ligou para o Samu [Serviço de Atendimento Móvel de Urgência], mas demorou demais. Ele acabou me levando para o hospital mais perto. Resultado: tomei dois pontos na cabeça e tive um traumatismo craniano leve. No motel." Francisca, 36, educadora social

Chama o chaveiro

"Era dia de semana e eu e meu namorado conseguimos um dia de folga para ir ao motel. Eu tinha 24 anos na época e pouca experiência em dirigir, menos ainda de ir a motéis. Ele tinha 18, recém-habilitado (tanto na CNH quanto no sexo). Fomos com o carro do meu pai. Chegamos lá, fizemos o que tinha de ser feito e, na saída, o meu namorado não conseguia ligar o carro, a chave simplesmente não girava. O nosso tempo estava acabando e não tínhamos dinheiro para pagar hora extra da diária --que nem estava sendo bem aproveitada! Lembrei que do lado do motel tinha um supermercado e achei que poderia ter um quiosque de chaveiro lá. Fomos e voltamos com dois homens para ligar o carro dentro da garagem do motel! Chegando no carro, o chaveiro girou a chave e ele ligou. Fizemos uma cara de 'ahn?'. Então, ele respondeu: 'Você tem carta, menino? O volante estava travado, é só girar para ligar'. E saiu indignado, olhando para mim, me julgando, como se eu estivesse com um menor de idade no motel." Gisela, 29, confeiteira

Encontro ardente

"Cheguei no motel com meu namorado depois de ter trabalho e estudado. Fiquei o dia todo na rua e quis tomar um banho antes de transar. Usei os itens do banheiro do motel mesmo, inclusive o sabonete. Eu sempre usava, mas percebi que aquele era mais seco. Eu me enxaguei e, quando estava me secando, senti uma ardência na pele, seguido de uma coceira. Esperei um pouco, mas não diminuiu, apenas aumentou e piorou a irritação. Eu tive uma reação alérgica e não tinha condição de tocar na minha pele, ardia muito. Eu não quis ir ao hospital e terminamos a noite bebendo espumante barato, vendo TV e rindo constrangidos da situação." Luana, 25, estudante

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