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Céu de janeiro de 2015: Saturno em Sagitário pede atitudes mais conscientes

Barbara Abramo

Do UOL, em São Paulo

31/12/2014 16h00

Lá vem o mês antigamente dedicado a Janus, o deus das duas faces --uma olha para o passado e a outra, para o futuro. Ele também está relacionado a Saturno/Cronos, deus do tempo e da consciência.

Saturno inaugura o ano de 2015 em Sagitário, no qual adentrou no fim do ano passado. Esse é o planeta que governa janeiro, posto que comanda tanto Capricórnio quanto Aquário, dois signos por onde o Sol passará.

A ênfase no tempo, nos temas da escassez e das limitações, que pede realismo e adesão consciente aos contornos do possível, é marca da primeira quinzena. O Sol se indispõe com Urano na primeira semana, reforçando a alergia do signo às novidades e a tudo que corre fora dos padrões; ao mesmo tempo em que robustece a ânsia por controle geral e total através da riqueza financeira e dos jogos políticos.

Para o Brasil, época de acordos nos bastidores e nos corredores do poder. Mercúrio também entra em Aquário, no dia 4, intensificando a tendência das negociações, conversas e acordos feitos longe dos holofotes da mídia e da população.

Vênus, planeta da beleza e da arte, passa a Aquário no dia 3, inundando a costa brasileira de inspiração. Signo sociável e amigável abre as portas do país a todos que quiserem se refastelar nas praias. Vênus e Saturno em sintonia tratam de manter tudo dentro do convencionalismo e preparam o espírito da população para medidas de refreamento financeiro.

No dia 12, Marte entra em Peixes. O astro da luta pela vida e da competitividade adentra neste signo sentimental, emotivo, cheio de nuances e subjetividade. E anuncia uma temporada agitada no Brasil sobre bens e recursos naturais, especialmente os que estão no oceano ou próximos dele.

Entre os dias 13 e 28, o céu desalinha um pouco a pegada conservadora, abrindo espaço para ritmos mais efervescentes em todos os campos, especialmente nos artísticos. Festas e eventos nas praias do Brasil poderão ser inspiradores nesta época. Por outro lado, a conjuntura astral sinaliza desencontros e pressões entre grupos de poder político e econômico e o Governo da recém-empossada Dilma, que terá pela frente um trimestre turbulento.

Na terceira semana, chegam mais mudanças no céu do Brasil: Vênus e Júpiter armam embate, sinalizando oscilações na economia e disputas entre setores empresariais e poder público. 

Marte e Netuno agem juntos entre 19 e 20, dias de impacto; ótimo para as artes, música e grupos econômicos que trabalham com setores ligados a tudo que tem a ver com o mar. Mas, também, podem trazer a disseminação de epidemias, em nível internacional. Devemos esperar algumas novidades em relação a petróleo e a produtos advindos do oceano nestes dias.

O Sol entra em Aquário no dia 20, mesmo dia em que ocorre a Lua nova neste signo, que é ascendente do Brasil. Em aspecto poderoso (a zero grau de Aquário) lança raios positivos a Plutão em Áries do mapa do Brasil, remetendo a boas iniciativas e soluções sobre petróleo e demais riquezas do subsolo.

A lunação em Aquário revela força, juventude e ideias originais, mas Saturno, regente do signo, estará nos primeiros graus de Sagitário, o signo da justiça, ética, sentidos, direções, comércio exterior e demais associações com viagens e explorações --tanto imateriais quanto concretas. O que significa que poderemos ter de nos adaptar a uma realidade menos amigável no âmbito internacional e no campo comercial, a partir daí.

Mercúrio retrograda no dia 21 e só volta a caminhar direto em 11 de fevereiro --período em que deveremos tomar cuidado com documentos, pois a tendência é extravio, confusão e perda deles. O Governo pode voltar atrás em medidas e regras e haverá discussão e debate, sem conclusão certa. Mercúrio enredará a todos na desorientação de caminhos a seguir.

Nos dias 23 a 25, Sol e Saturno se entendem no céu, criando uma parceria rica entre renovação e respeito rigoroso a ética. Pode sair daí alguma decisão ou medida bem importante para os próximos meses. Poderes constituídos se entendem, dando forma a reivindicações populares, se houver na época. Mas medidas restritivas na economia devem ocorrer também.

Por falar em parceria, Aquário e Sagitário formam uma excelente, tanto para o Brasil quanto para o mundo em geral. É o momento em que ideias coletivistas ganham contornos reais e serão aproveitadas pela população.

No dia 27, Vênus alcança Peixes, o que pode melhorar o turismo no Brasil e aumentar o preço do petróleo e de outros recursos naturais por algumas semanas. Já de cara formando tensão com Saturno, acentua necessidade de controle financeiro, provável alta de preços e impacto negativo na economia, com oscilações do dólar.

O mês termina com Marte e Plutão em ângulo sintonizado, reforçando controle estatal sobre recursos naturais, assim como comércio internacional, que pode ter uma guinada positiva a favor do país. Medidas importantes deverão ser tomadas no âmbito do empresariado, com a chegada de multinacionais ou acordos com elas, visando exploração de riquezas brasileiras ou comercialização no exterior.

Época de mais umidade e chuvas, que para o Sudeste do país será boa notícia, vem no fim do mês. O clima intenso da primeira quinzena fica mais suave e a Lua crescente em Touro renova esperanças de algo positivo em relação ao meio ambiente, educação e transportes no Brasil. 

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